http://www.redelatitudes.com/2011/04/por-jorge-zavaleta-nosso-parceiro-e.html
REDE LATITUDES
Por Jorge Zavaleta
Nosso parceiro e “ correspondente no Peru” ;-)
jorgez.1944@yahoo.es
Jornalista e Filosofo
Llosa entrevista Gacía Márquez
Em 1967 nosso “correspondente” no Peru, o Jornalista e filosofo Zavaleta promoveu um ping-pong com dois Premio Nobel Latinos Americanos, Llosa e Gárcía Márquez!!!
No dia 12 de Dezembro de 2010 o jornal El Comércio do Peru publicou na íntegra essa entrevista e nós tentamos traduzir para o “ portunhol”
______________________
Hace años, 1967, nuestro “correspondiente” Zavaleta ha tenido la oportunidad de hacer un chat con dos premios Nobel de América Latina, Vargas Llosa y García Márquez.
En 12 de diciembre de 2010, el diario El Comercio de Perú publicó en su totalidad esta entrevista y tratamos de traducir “hemos intentado un portunhol”, para los brasileños e portugueses. A los de idioma español se puede leer através del link:
http://elcomercio.pe/lima/683071/noticia-entrevista-que-le-hizo-mvll-garcia-marquez-cuando-aun-eran-amigos
A entrevista de Mario Vargas Llosa com Garcia Márquez quando ainda era amigos.
Uma vez ambos Premio Nobel de Literatura conversaram em Lima sobre o significado de ser escritor. Reproduzimos este lindo diálogo sucedido em uma manhã de 1967!
__________
(Archivo de El Comercio)
Domingo 12 de diciembre de 2010
Por Jorge Zavaleta
__________
Como você crê que você vale como escritor? Perguntou Mario Vargas Llosa.. “Tenho a impressão de que comecei a ser escritor quando me dei conta de que não servia para nada”, respondeu Gabriel García Márquez. ”Agora, não sei se desgraçada ou afortunadamente, creio que é uma função subversiva, será? No sentido de que não conheço nenhuma boa literatura que sirva para exaltar valores estabelecidos.”, completou.
Assim começou o diálogo sobre “A novela na América Latina”, durante as manhãs de primavera de 5 a 7 de Setembro de 1967. Foi na Faculdade de Arquitetura da UNI, principal centro científico e tecnológico do Peru, quando ambos já eram notáveis novelistas. Décadas depois seriam consagrados com o Premio Nobel de Literatura., Gabo em 1982 e Mário em 2010.
VLL. Essa inconformidade que expande a literatura no âmbito social pode ser prevista, calculada pelo escritor quando seu livro chega aos seus leitores?
GM. Não. Creio que se é previsto, que se é deliberada a força, a função deliberada do livro que se está escrevendo, a partir deste momento o livro já é ruim. Mas, antes quero estabelecer isso: quando aqui dizemos escritor, quando aqui dizemos literatura, estamos nos referindo à novelistas e a novela, porque de outro modo poderia prestar-se a más interpretações. Creio que o escritor sempre está em conflito com a sociedade.
VLL. Que outros fatores seríam os preponderantes, quais elementos determinariam a realidade da obra literária?
GM. Para mim a única coisa que interessa no momento de escrever é se a ideia dessa história agrada o leitor e se eu estou totalmente de acordo com essa história. Agora estou preparando a história de um ditador imaginário que supõe ser latino americano e tem 182 anos. O que quero neste caso é expressar que na imensa solidão do poder não há arquétipo melhor que o ditador latino americano que é o grande monstro mitológico da nossa história.
VLL. Uma pergunta mais pessoal… porque ao falar da solidão eu recordava que é um tema constante em todos os seus livros, inclusive o último se chama, precisamente, “Cem anos de solidão”, é curioso, porque seus livros sempre tem muita gente ou são muito populosos…
GM. Na realidade não conheço ninguém que em certa medida não se sinta só. Este é o significado da solidão que me interessa. Temo que isto seja metafísico e reacionário, e que parece exatamente o contrário do que eu sou hoje, do que quero ser na realidade, mas acredito que o homem está completamente só. Acho que é parte essencial da natureza.
VLL...Eu gostaria que nos falasse deste elemento que chamaríamos de cultural, quais literaturas mais te influenciam quando escreve seus livros?
GM. Eu conheço bem Vargas Llosa e sei aonde esta me levando. Quer que lhe diga que tudo isso vem da novela de cavalaria. E em certo modo tem razão. Um dos meus livros favoritos que sigo lendo é o “Amadis de Gaula” e creio que é um dos grandes livros da história da humanidade, apesar de Llosa achar que é “Tirante el Blanco”… Toda esta liberdade narrativa desapareceu depois dos contos de cavalaria, onde se encontravam coisas tão extraordinárias como as que encontramos agora na América Latina todos os dias. A similaridade entre a realidade da América Latina e a novela de cavalaria são tão grandes...
VLL. Talvez poderíamos chegar a falar do realismo na literatura, quais são os limites do realismo e, ante um livro como o seu, aonde ocorrem coisas muito reais, muito verossímeis juntamente com coisas tão irreais, como essa da moça que sobe ao céu em corpo e alma, ou o homem que promove 32 guerras, e o derrotam em todas e ele sai ileso de todas… Você se acha um escritor realista, um escritor fantástico, ou acha que não se pode fazer esta distinção?
GM. Não, não. Eu acho que em “Cem anos de solidão”, eu sou um escritor realista, porque creio que na América Latina tudo é possível tudo é real. Creio que temos que trabalhar na pesquisa da linguagem e nos relatos de forma técnica, afim de que toda fantástica realidade latino-americana crie forma em nossos livros. Assumir nossa realidade, pode contribuir com algo novo a literatura universal…
VLL. Tem um capítulo onde eu creio que vc escreveu com muita mestria o problema da exploração colonial na América Latina. Eu gostaría que vc explicasse melhor
GM. A historia de Macondes e as bananeiras é totalmente real. O que acontece é que há um destino tão triste na realidade latino-americana, inclusive em casos como das bananeiras que é doloroso é tão duro, que você tem que converter em fantasmas. Quando a companhia Bananeiras começou a chegar a esse povoado gente de todo o mundo e era muito estranho porque neste povoado na costa atlântica da Colômbia, teve um momento em que se falavam todos os idiomas. As pessoas não se entendiam; e havia a tal prosperidade, isto é, o que significa prosperidade, os que queimavam bilhetes dançando “la cumbia” , ... Os trabalhadores reivindicaram o pagamento em dinheiro e não em títulos e o que aconteceu foi que o exército cercou os trabalhadores na estação e deu-lhes cinco minutos para sair . Ninguém foi removido e todos assassinado.
VLL. Porque não nos conta como conciliar a actividade de jornalista com a literária, antes de escrever “Cem anos de solidão”, você acha que essa atividade paralela dificultava exercer a sua vocação?
GM. Veja bem, durante muito tempo eu acreditava que ajudava, mas, na realidade tudo dificulta o escritor, toda actividade secundária. Eu não estou de acordo com o que se dizia antes:: que o escritor tinha que ser misserável para ser bom escritor. Eu creio que o escritor trabalha muito melhor se tem seus problemas domésticos e econômicos resolvidos, e que se tem uma boa saúde, melhor estão seus filhos e sua mulher, dentro dos níveis modestos em que os escritores podem se mover, sempre escreverão melhor! […]
Porém vc, Cortázar, Fuentes, Carpentier entre otros, estão demonstrando, com vinte anos de trabalho, rompendo o curso, como se diz, que os leitores acabam respondendo. Estamos mostrando que na América Latina podemos viver dos leitores, que é a única sobrevivência que podemos aceitar.
FIM!!!!!!
Papel de Arbol
martes, 12 de julio de 2011
PRENSA PERUANA RESPALDA COMISION ANTICORRUPCION
Jorge Zavaleta Alegre Periodista http://www.elperuano.pe/Edicion/opinion.aspx
La sociedad peruana se organiza. Una buena señal para el Perú es el anuncio del nuevo gobierno para profundizar la lucha contra la corrupción, uno de los más evidentes flagelos que limita el desarrollo con equidad de sus 30 millones de habitantes. La Comisión de Alto Nivel Anticorrupción del Perú- CAN - respalda por unanimidad la modificación de la reciente Ley 29703, para impedir que los delitos contra el patrimonio del Estado sean burlados.
La Sala Plena de la Corte Suprema de Justicia mediante una urgente iniciativa legislativa busca que el Congreso evite la impunidad de los actos de corrupción de la administración pública.
Además, la CAN solicita que la Fiscalía de la Nación interponga una acción de inconstitucionalidad ante el Tribunal Constitucional (TC) contra la mencionada Ley 29703, para que se elimine del sistema jurídico, no sólo a partir de la fecha en que se expida la sentencia, sino también para atacar los posibles efectos de la "retroactividad benigna" en que algunos puedan ampararse en la norma aún estando derogada.
A tales decisiones se suma la elección del actual titular del Consejo Nacional de la Magistratura (CNM), el doctor ingeniero Gonzalo García Núñez, como nuevo Presidente de la CAN, quien tendrá una inmensa responsabilidad, en tanto reemplaza al doctor César San Martín Castro, notable magistrado, conocido por haber presidido el tribunal que juzgó y condenó al ex presidente Fujimori a 25 años de prisión por delitos contra los derechos humanos y corrupción generalizada.
El jurista San Martín considera que García Núñez, por su experiencia, trayectoria profesional y la función que cumple, ayudará a promover una cultura contra la corrupción y la institucionalidad del país.
La función de la CAN será articular los esfuerzos de la sociedad civil y llevarlos hacia objetivos concretos, eficientes y rápidos.
García Núñez es profesor universitario con cuarenta años de experiencia, especialmente en la UNI, Universidad de Grenoble y en el Instituto Geopolítico Rennes con la Cátedra de las Américas.
Ha sido decano del Colegio de Ingenieros y ha participado en varias propuestas de lucha contra la pobreza, la construcción de ciudades saludables y un adecuado balance y manejo de la diversidad jurídica, dentro del concepto del Pluralismo Jurídico.
Lo más importante en la anunciada dinámica de la CAN será la mayor participación de las instituciones sociales, donde cada una desarrolle un conjunto de medidas que sean ejecutables, al igual que normas contra la corrupción; y en especial medidas disciplinarias en la administración pública.
Para lograr la transparencia de una gestión se espera la modernización de las instituciones, acortar los procesos, incorporar tecnologías de información y mejorar la gestión pública. Se trata de construir una eficiencia para evitar el mecanismo dilatorio que permite la corrupción. Las sanciones eficaces no deben generar rehabilitaciones y reingresos de los mismos que cometieron irregularidades.
Solo una acción sincronizada entre todos los poderes del Estado –Ejecutivo, Legislativo, Judicial– la CAN podrá entregar un paquete de medidas eficientes, rápidas y eficaces.
Fecha:12/07/2011 Tarifas - Suscripciones - Publicidad Web - Distribuidores - Operadores - Transparencia - Atencion al Ciudadano Presidente del Directorio: Otto Egúsquiza Roca
Gerente General: César Inga Ballón.
Directora(e): Delfina Becerra González. Av. Alfonso Ugarte 873, Lima 1 Perú
Central Telefónica (51-1) 3150400 (51-1) 3150400
Jefatura de Informaciones - Telefax: 424-0763
La sociedad peruana se organiza. Una buena señal para el Perú es el anuncio del nuevo gobierno para profundizar la lucha contra la corrupción, uno de los más evidentes flagelos que limita el desarrollo con equidad de sus 30 millones de habitantes. La Comisión de Alto Nivel Anticorrupción del Perú- CAN - respalda por unanimidad la modificación de la reciente Ley 29703, para impedir que los delitos contra el patrimonio del Estado sean burlados.
La Sala Plena de la Corte Suprema de Justicia mediante una urgente iniciativa legislativa busca que el Congreso evite la impunidad de los actos de corrupción de la administración pública.
Además, la CAN solicita que la Fiscalía de la Nación interponga una acción de inconstitucionalidad ante el Tribunal Constitucional (TC) contra la mencionada Ley 29703, para que se elimine del sistema jurídico, no sólo a partir de la fecha en que se expida la sentencia, sino también para atacar los posibles efectos de la "retroactividad benigna" en que algunos puedan ampararse en la norma aún estando derogada.
A tales decisiones se suma la elección del actual titular del Consejo Nacional de la Magistratura (CNM), el doctor ingeniero Gonzalo García Núñez, como nuevo Presidente de la CAN, quien tendrá una inmensa responsabilidad, en tanto reemplaza al doctor César San Martín Castro, notable magistrado, conocido por haber presidido el tribunal que juzgó y condenó al ex presidente Fujimori a 25 años de prisión por delitos contra los derechos humanos y corrupción generalizada.
El jurista San Martín considera que García Núñez, por su experiencia, trayectoria profesional y la función que cumple, ayudará a promover una cultura contra la corrupción y la institucionalidad del país.
La función de la CAN será articular los esfuerzos de la sociedad civil y llevarlos hacia objetivos concretos, eficientes y rápidos.
García Núñez es profesor universitario con cuarenta años de experiencia, especialmente en la UNI, Universidad de Grenoble y en el Instituto Geopolítico Rennes con la Cátedra de las Américas.
Ha sido decano del Colegio de Ingenieros y ha participado en varias propuestas de lucha contra la pobreza, la construcción de ciudades saludables y un adecuado balance y manejo de la diversidad jurídica, dentro del concepto del Pluralismo Jurídico.
Lo más importante en la anunciada dinámica de la CAN será la mayor participación de las instituciones sociales, donde cada una desarrolle un conjunto de medidas que sean ejecutables, al igual que normas contra la corrupción; y en especial medidas disciplinarias en la administración pública.
Para lograr la transparencia de una gestión se espera la modernización de las instituciones, acortar los procesos, incorporar tecnologías de información y mejorar la gestión pública. Se trata de construir una eficiencia para evitar el mecanismo dilatorio que permite la corrupción. Las sanciones eficaces no deben generar rehabilitaciones y reingresos de los mismos que cometieron irregularidades.
Solo una acción sincronizada entre todos los poderes del Estado –Ejecutivo, Legislativo, Judicial– la CAN podrá entregar un paquete de medidas eficientes, rápidas y eficaces.
Fecha:12/07/2011 Tarifas - Suscripciones - Publicidad Web - Distribuidores - Operadores - Transparencia - Atencion al Ciudadano Presidente del Directorio: Otto Egúsquiza Roca
Gerente General: César Inga Ballón.
Directora(e): Delfina Becerra González. Av. Alfonso Ugarte 873, Lima 1 Perú
Central Telefónica (51-1) 3150400 (51-1) 3150400
Jefatura de Informaciones - Telefax: 424-0763
domingo, 10 de julio de 2011
EL SUEÑO DE LA UNIVERSIDAD PROPIA
Por Javier Sota Nadal
N.E. Arquitecto de profesor con estudios de planeamiento urbano en la República Checa. Ha sido profesor universitario, decano de su facultad y rector durante dos períodos de la UNI, el principal centro académico de ciencia y tecnología del Perú; presidente de la Asamblea Nacional de Rectores y Ministro de Educacíón.
Publicado domingo 10 de Abril 2011 en La Primera, diario de Lima, en su columna "Apuntes y Perspectivas"
http://www.argenpress.info/2011/07/peru-el-sueno-de-la-universidad-propia.html
http://www.argenpress.info/2011/07/peru-el-sueno-de-la-universidad-propia.html
En la década de los sesenta el Perú contaba con 9 universidades, 2 privadas y 7 públicas y 30,000 estudiantes en ambas. Hoy, 5 décadas después, las universidades son 108: privadas 70 y públicas 38. En ellas estudian 760,000 estudiantes, 60% en las privadas y 40% en las públicas. Si en 460 años contados hasta 1960 cuajamos sólo 9 universidades, a partir de ese año explotó la fertilidad: nacieron 99 universidades, crecimiento sin duda desmesurado (sin medida). Medida era lo que recomendaban los filósofos griegos para ser y hacer bien las cosas.
Si comparamos estas últimas cifras con las del resto del mundo, estamos entre los países más adelantados del planeta, pero, desgraciadamente, cantidad no hace calidad. Ninguna de nuestras universidades figura entre las 500 mejores del mundo y, si el ranking se extendiera a 5000, presumo que la mayoría de las nuestras ocuparían lugares muy discretos al fondo de esta tabla consuelo, si se trata de medir pertinencia profesional y calidad académica. Da pena decirlo, pero la mayoría de ellas tiene de universidad solo el nombre, otorgado al paso en los bautisterios del Congreso y CONAFU.
¿Por qué ha engordado tanto la oferta universitaria peruana?, Considero que ha sido por permeabilidad de las normas existentes. Por cierto que es legítimo y necesario, qué duda cabe, que los pueblos y regiones del país hayan reclamado para sus hijos nuevas universidades en sus localidades, cansadas del centralismo universitario de ciudades como Lima, Cusco, Arequipa, Ayacucho, Trujillo. Gracias a ello, existen ahora, por lo menos una universidad pública y varias privadas en cada una de las capitales departamentales. Pero, de otro lado, es ilegítimo que se haya y se siga sembrando al boleo universidades en los mismos campos en los cuales recientemente se ha sembrado dicha actividad, en especial en contextos en los que los nutrientes académicos escasean.
Es dentro de esta lógica que debemos explicar los sucesos de Huancavelica: una comunidad universitaria famélica existente ha rechazado – principio biológico- el nacimiento de otra.
¿Qué hacer frente a esta situación de desmesura? Opino que discutir y aprobar una nueva ley universitaria. Felizmente existen varios proyectos en el Congreso. Propongo que sea una ley de promoción de la actividad universitaria, que persiga la calidad académica en la multitud. Su máximo organismo debería ser un Consejo Nacional de Educación Superior que apoye con recursos económicos la investigación y el posgrado, democratice aún más la elección de las autoridades en las públicas y regule la actividad de las privadas.
Mientras tanto, el Congreso que se instala podría en su primera legislatura discutir una norma transitoria que establezca una moratoria en la creación de nuevas universidades, lapso en el que, los peruanos nos dedicaríamos a mejorar la calidad académica de las universidades existentes.
N.E. Arquitecto de profesor con estudios de planeamiento urbano en la República Checa. Ha sido profesor universitario, decano de su facultad y rector durante dos períodos de la UNI, el principal centro académico de ciencia y tecnología del Perú; presidente de la Asamblea Nacional de Rectores y Ministro de Educacíón.
Publicado domingo 10 de Abril 2011 en La Primera, diario de Lima, en su columna "Apuntes y Perspectivas"
http://www.argenpress.info/2011/07/peru-el-sueno-de-la-universidad-propia.html
http://www.argenpress.info/2011/07/peru-el-sueno-de-la-universidad-propia.html
En la década de los sesenta el Perú contaba con 9 universidades, 2 privadas y 7 públicas y 30,000 estudiantes en ambas. Hoy, 5 décadas después, las universidades son 108: privadas 70 y públicas 38. En ellas estudian 760,000 estudiantes, 60% en las privadas y 40% en las públicas. Si en 460 años contados hasta 1960 cuajamos sólo 9 universidades, a partir de ese año explotó la fertilidad: nacieron 99 universidades, crecimiento sin duda desmesurado (sin medida). Medida era lo que recomendaban los filósofos griegos para ser y hacer bien las cosas.
Si comparamos estas últimas cifras con las del resto del mundo, estamos entre los países más adelantados del planeta, pero, desgraciadamente, cantidad no hace calidad. Ninguna de nuestras universidades figura entre las 500 mejores del mundo y, si el ranking se extendiera a 5000, presumo que la mayoría de las nuestras ocuparían lugares muy discretos al fondo de esta tabla consuelo, si se trata de medir pertinencia profesional y calidad académica. Da pena decirlo, pero la mayoría de ellas tiene de universidad solo el nombre, otorgado al paso en los bautisterios del Congreso y CONAFU.
¿Por qué ha engordado tanto la oferta universitaria peruana?, Considero que ha sido por permeabilidad de las normas existentes. Por cierto que es legítimo y necesario, qué duda cabe, que los pueblos y regiones del país hayan reclamado para sus hijos nuevas universidades en sus localidades, cansadas del centralismo universitario de ciudades como Lima, Cusco, Arequipa, Ayacucho, Trujillo. Gracias a ello, existen ahora, por lo menos una universidad pública y varias privadas en cada una de las capitales departamentales. Pero, de otro lado, es ilegítimo que se haya y se siga sembrando al boleo universidades en los mismos campos en los cuales recientemente se ha sembrado dicha actividad, en especial en contextos en los que los nutrientes académicos escasean.
Es dentro de esta lógica que debemos explicar los sucesos de Huancavelica: una comunidad universitaria famélica existente ha rechazado – principio biológico- el nacimiento de otra.
¿Qué hacer frente a esta situación de desmesura? Opino que discutir y aprobar una nueva ley universitaria. Felizmente existen varios proyectos en el Congreso. Propongo que sea una ley de promoción de la actividad universitaria, que persiga la calidad académica en la multitud. Su máximo organismo debería ser un Consejo Nacional de Educación Superior que apoye con recursos económicos la investigación y el posgrado, democratice aún más la elección de las autoridades en las públicas y regule la actividad de las privadas.
Mientras tanto, el Congreso que se instala podría en su primera legislatura discutir una norma transitoria que establezca una moratoria en la creación de nuevas universidades, lapso en el que, los peruanos nos dedicaríamos a mejorar la calidad académica de las universidades existentes.
sábado, 9 de julio de 2011
306, la habitación de Facundo Cabral en el Quinta Real de La Perla Tapatía
Por José Luis Castillejos Ambrocio
N.E: Notable Periodista y Escritor mejicano, natural de Chiapas. Como representante de Notimex en Lima, nos dejó su amistad y enorme sensibilidad por América Latina.
Ciudad de México: El amor y la fe que tenía por la vida lo llevaba de Toronto a Quito, a la nieve en Chicago donde juega el niño que le enseña al hombre lo que se ha perdido, al fuego de Bolívar, al mar de las Antillas, a la mujer de Cali, a la magia de Bolivia.
Facundo Cabral, el Mensajero Mundial de la Paz de la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (Unesco) recordaba siempre las noches de Bahía, en Brasil y de Quetzaltenango, en Guatemala y la paz de Costa Rica.
Añoraba las olas de las Antillas, el páramo de Juan Rulfo, el Macondo de Gabriel García Márquez; Perú, la tierra de Chabuca Granda, la de la Flor de la Canela, deseaba Nueva York más que nadie, porque todo eso era la América de sus amores.
Sábado, 09 de julio de 2011
Pero fue en Guadalajara, Jalisco, donde el cantautor argentino reconoció que llevaba a México en las venas porque ese país fue su revelación y su renacimiento.
El corazón de ese México siempre fue Guadalajara, donde se dieron para su vida muchas circunstancias.
Su relación con Guadalajara era similar a la de Gardel con Buenos Aires. Con la tierra del mariachi estaba siempre de novios y le servía de fuente de inspiración y veía a los mariachis como unos personajes de novela, bien plantados con sus trajes de charro, sus guitarras, sus trompetas y violines.
Allí fue donde conoció a Juan José Arreola, un hombre apasionado y apasionante, a Juan Rulfo, que trabajaba en un departamento de Bellas Artes, que dirigía Juan Valencia y en el Hotel Quinta Real, Cabral tenía la habitación 306 que llevaba su nombre.
Fue en ese lugar, en el Quinta Real donde mi amiga Lupita Vargas, una bella tapatía tuvo el privilegio de recibirlo, de conocerlo. Ella lo define como un “tipazo” y reveló que en una ocasión cuando estaba muy triste, por la crisis de su divorcio, el argentino notó su estado de ánimo y le dijo: "Mujer, tu no viniste aquí para ser esposa, hija o exitosa; viniste a este mundo para ser feliz, es tu única obligación. Nacen muchos viven pocos".
Esas palabras quedaron grabadas en oro en el corazón de Lupita que este sábado se enteró de la triste noticia de que Facundo Cabral había sido asesinado en la ciudad de Guatemala.
Dolida Lupita Vargas al igual que su amiga Deyanira Urrutia Núñez cuentan que les impactó mucho la noticia, no solo por lo que les gustaban sus canciones y pensamiento, sino por su recuerdo.
“Estaba leyendo la noticia y mis ojos se llenaron de lagrimas gruesas y mi corazón se comprimió. Me dolió, me duele…”, relató Urrutia Núñez.
En una ocasión Facundo confesó que si al final de su vida pudiera elegir su última morada, probablemente sería Guadalajara.
"De hecho el hotel del mundo que más me gusta es este (el Quinta Real). Y es más que probable que si yo tengo alguna decisión al final, que todavía pueda decidir algo, yo paso mi última morada en este hotel. De hecho un cuarto, el 306, tiene una habitación con mi nombre".
"El dueño del hotel muy amable, hicimos un brindis y qué se yo. Yo no sabía y me llevaron y estaba la placa con mi nombre. No me había pasado nunca en el mundo, fue muy emocionante", recordó en una entrevista
"Yo no tengo un lugar con mi nombre en mi pueblo y no se cuánta gente desea que yo termine mi vida ahí, y yo se que aquí hay mucha gente", recalcó en esa ocasión el autor de "No soy de aquí, ni soy de allá" al desear que fuera en la Perla Tapatía donde pasara sus últimos años.
La vida y el tiempo, sin embargo, no le alcanzaron para concretar esa utopía ni volver a pisar nuevamente la nieva de su Argentina querida, de su tierra del fuego desde donde salió de las canteras de la pobreza para cantarle a la vida.
El sabía que la vida tenía que vivirla a plenitud y el mundo era pequeño para abrazarlo y amarlo inmensamente. Hoy Facundo recorre en el imaginario popular, todas las novelas, todas las canciones, todas las desdichas y todas las tristezas.
Fue víctima de la violencia esa que corroe las sociedades.
Tú también Facundo. Nos dejas!
joseluiscastillejos@gmail.com
N.E: Notable Periodista y Escritor mejicano, natural de Chiapas. Como representante de Notimex en Lima, nos dejó su amistad y enorme sensibilidad por América Latina.
| F. Cabral, foto tomada hace dos días. |
Facundo Cabral, el Mensajero Mundial de la Paz de la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (Unesco) recordaba siempre las noches de Bahía, en Brasil y de Quetzaltenango, en Guatemala y la paz de Costa Rica.
Añoraba las olas de las Antillas, el páramo de Juan Rulfo, el Macondo de Gabriel García Márquez; Perú, la tierra de Chabuca Granda, la de la Flor de la Canela, deseaba Nueva York más que nadie, porque todo eso era la América de sus amores.
Sábado, 09 de julio de 2011
Pero fue en Guadalajara, Jalisco, donde el cantautor argentino reconoció que llevaba a México en las venas porque ese país fue su revelación y su renacimiento.
El corazón de ese México siempre fue Guadalajara, donde se dieron para su vida muchas circunstancias.
Su relación con Guadalajara era similar a la de Gardel con Buenos Aires. Con la tierra del mariachi estaba siempre de novios y le servía de fuente de inspiración y veía a los mariachis como unos personajes de novela, bien plantados con sus trajes de charro, sus guitarras, sus trompetas y violines.
Allí fue donde conoció a Juan José Arreola, un hombre apasionado y apasionante, a Juan Rulfo, que trabajaba en un departamento de Bellas Artes, que dirigía Juan Valencia y en el Hotel Quinta Real, Cabral tenía la habitación 306 que llevaba su nombre.
Fue en ese lugar, en el Quinta Real donde mi amiga Lupita Vargas, una bella tapatía tuvo el privilegio de recibirlo, de conocerlo. Ella lo define como un “tipazo” y reveló que en una ocasión cuando estaba muy triste, por la crisis de su divorcio, el argentino notó su estado de ánimo y le dijo: "Mujer, tu no viniste aquí para ser esposa, hija o exitosa; viniste a este mundo para ser feliz, es tu única obligación. Nacen muchos viven pocos".
Esas palabras quedaron grabadas en oro en el corazón de Lupita que este sábado se enteró de la triste noticia de que Facundo Cabral había sido asesinado en la ciudad de Guatemala.
Dolida Lupita Vargas al igual que su amiga Deyanira Urrutia Núñez cuentan que les impactó mucho la noticia, no solo por lo que les gustaban sus canciones y pensamiento, sino por su recuerdo.
“Estaba leyendo la noticia y mis ojos se llenaron de lagrimas gruesas y mi corazón se comprimió. Me dolió, me duele…”, relató Urrutia Núñez.
En una ocasión Facundo confesó que si al final de su vida pudiera elegir su última morada, probablemente sería Guadalajara.
"De hecho el hotel del mundo que más me gusta es este (el Quinta Real). Y es más que probable que si yo tengo alguna decisión al final, que todavía pueda decidir algo, yo paso mi última morada en este hotel. De hecho un cuarto, el 306, tiene una habitación con mi nombre".
"El dueño del hotel muy amable, hicimos un brindis y qué se yo. Yo no sabía y me llevaron y estaba la placa con mi nombre. No me había pasado nunca en el mundo, fue muy emocionante", recordó en una entrevista
"Yo no tengo un lugar con mi nombre en mi pueblo y no se cuánta gente desea que yo termine mi vida ahí, y yo se que aquí hay mucha gente", recalcó en esa ocasión el autor de "No soy de aquí, ni soy de allá" al desear que fuera en la Perla Tapatía donde pasara sus últimos años.
La vida y el tiempo, sin embargo, no le alcanzaron para concretar esa utopía ni volver a pisar nuevamente la nieva de su Argentina querida, de su tierra del fuego desde donde salió de las canteras de la pobreza para cantarle a la vida.
El sabía que la vida tenía que vivirla a plenitud y el mundo era pequeño para abrazarlo y amarlo inmensamente. Hoy Facundo recorre en el imaginario popular, todas las novelas, todas las canciones, todas las desdichas y todas las tristezas.
Fue víctima de la violencia esa que corroe las sociedades.
Tú también Facundo. Nos dejas!
joseluiscastillejos@gmail.com
jueves, 7 de julio de 2011
LA NECESARIA CONSULTA PREVIA
Jorge Zavaleta Alegre Periodista
http://www.elperuano.pe/Edicion/opinion.aspx
http://www.elperuano.pe/Edicion/noticia.aspx?key=YicBETFNMXA%3D
La consulta previa es un proceso de diálogo intercultural que inicia el Estado con los pueblos indígenas para darles a conocer las medidas legislativas, administrativas o autorizaciones de extracción de recursos naturales ubicados en sus territorios. El objetivo es lograr su consentimiento libre, previo e informado o llegar a un acuerdo con ellos. Asimismo, garantiza su derecho de participación y opinión.
La ONU declaró, el 13 de setiembre de 2007, que más de 370 millones de indígenas del planeta cuentan con un instrumento importante en el reconocimiento, la promoción y protección de sus derechos y libertades fundamentales. Esta proclamación se suma a otros instrumentos como el Convenio N° 169 sobre Pueblos Indígenas y Tribales en Países Independientes de la Organización Internacional del Trabajo.
Estos y otros documentos del sistema de las NN UU, tan ponderados por el orden internacional, carecen de vigencia en muchos países que los suscriben. No hay instituciones ni legisladores, ni grandes movilizaciones populares que puedan romper este círculo vicioso. El convenio con la OIT, ratificado por el Perú en diciembre de 1993 y vigente desde principios de 1995, fue pospuesto dos años después.
La llamada Ley de Tierras (DL N° 26505) impulsó el comercio libre de tierras, empezando por las comunidades campesinas de la costa de Piura y luego se extendió a la selva, no obstante la insistencia de la Corte Interamericana de Derechos Humanos que instaba al Estado Peruano a cumplir con los compromisos asumidos.
En el Perú, durante cinco años los legisladores de avanzada han trabajado para buscar soluciones concretas desde una perspectiva intercultural. El país entero constata que la intención de encontrar un pacto social entre los pueblos indígenas y el Estado es una causa que va fermentando, reza el informe de la comisión respectiva del Congreso, publicado por el Centro Amazónico de Antropología y DAR-Derecho, Ambiente, Recursos Naturales.
En la región altiplánica, en junio de 2011, han muerto ocho pobladores. La protesta popular contra la contaminación minera en la cuenca del Ramis y un proyecto de inversión sin consulta previa desbordó, después de un mes de insistente reclamo pacífico, en una violenta destrucción de instalaciones públicas, incluyendo parte del aeropuerto internacional. Las protestas han sido lideradas por los pueblos aimara y quechua, dos de las 44 familias etnolingüísticas del Perú de tiempos inmemoriales.Similar violencia desataron hace dos años los proyectos de inversión petrolera, sin consulta previa, en la región amazónica de Bagua, con la muerte de 34 personas.
Para Puno, el Gobierno ha tenido que expedir una corrección sin precedentes. Alegando razones de Estado, el pleno del Congreso ha aprobado la derogación de los controvertidos decretos legislativos 1090 y 1064, con la oposición de las bancadas del fujimorismo y del empresariado.
Este tenso clima político vive el Perú cuando faltan pocas semanas para que Ollanta Humala asuma al poder hasta 2016, y el país espera que su programa social, de preferencia en el sector rural, pueda ser cumplido con el pago de mayores regalías de las mineras, un mayor control de la tributación, lucha implacable contra la corrupción pública, el narcotráfico, el contrabando y plenas garantías jurídicas para la inversión formal.
Fecha:07/07/2011
Gerente General: César Inga Ballón.
Directora(e): Delfina Becerra González. Av. Alfonso Ugarte 873, Lima 1 Perú
http://www.elperuano.pe/Edicion/opinion.aspx
http://www.elperuano.pe/Edicion/noticia.aspx?key=YicBETFNMXA%3D
La consulta previa es un proceso de diálogo intercultural que inicia el Estado con los pueblos indígenas para darles a conocer las medidas legislativas, administrativas o autorizaciones de extracción de recursos naturales ubicados en sus territorios. El objetivo es lograr su consentimiento libre, previo e informado o llegar a un acuerdo con ellos. Asimismo, garantiza su derecho de participación y opinión.
La ONU declaró, el 13 de setiembre de 2007, que más de 370 millones de indígenas del planeta cuentan con un instrumento importante en el reconocimiento, la promoción y protección de sus derechos y libertades fundamentales. Esta proclamación se suma a otros instrumentos como el Convenio N° 169 sobre Pueblos Indígenas y Tribales en Países Independientes de la Organización Internacional del Trabajo.
Estos y otros documentos del sistema de las NN UU, tan ponderados por el orden internacional, carecen de vigencia en muchos países que los suscriben. No hay instituciones ni legisladores, ni grandes movilizaciones populares que puedan romper este círculo vicioso. El convenio con la OIT, ratificado por el Perú en diciembre de 1993 y vigente desde principios de 1995, fue pospuesto dos años después.
La llamada Ley de Tierras (DL N° 26505) impulsó el comercio libre de tierras, empezando por las comunidades campesinas de la costa de Piura y luego se extendió a la selva, no obstante la insistencia de la Corte Interamericana de Derechos Humanos que instaba al Estado Peruano a cumplir con los compromisos asumidos.
En el Perú, durante cinco años los legisladores de avanzada han trabajado para buscar soluciones concretas desde una perspectiva intercultural. El país entero constata que la intención de encontrar un pacto social entre los pueblos indígenas y el Estado es una causa que va fermentando, reza el informe de la comisión respectiva del Congreso, publicado por el Centro Amazónico de Antropología y DAR-Derecho, Ambiente, Recursos Naturales.
En la región altiplánica, en junio de 2011, han muerto ocho pobladores. La protesta popular contra la contaminación minera en la cuenca del Ramis y un proyecto de inversión sin consulta previa desbordó, después de un mes de insistente reclamo pacífico, en una violenta destrucción de instalaciones públicas, incluyendo parte del aeropuerto internacional. Las protestas han sido lideradas por los pueblos aimara y quechua, dos de las 44 familias etnolingüísticas del Perú de tiempos inmemoriales.Similar violencia desataron hace dos años los proyectos de inversión petrolera, sin consulta previa, en la región amazónica de Bagua, con la muerte de 34 personas.
Para Puno, el Gobierno ha tenido que expedir una corrección sin precedentes. Alegando razones de Estado, el pleno del Congreso ha aprobado la derogación de los controvertidos decretos legislativos 1090 y 1064, con la oposición de las bancadas del fujimorismo y del empresariado.
Este tenso clima político vive el Perú cuando faltan pocas semanas para que Ollanta Humala asuma al poder hasta 2016, y el país espera que su programa social, de preferencia en el sector rural, pueda ser cumplido con el pago de mayores regalías de las mineras, un mayor control de la tributación, lucha implacable contra la corrupción pública, el narcotráfico, el contrabando y plenas garantías jurídicas para la inversión formal.
Fecha:07/07/2011
Gerente General: César Inga Ballón.
Directora(e): Delfina Becerra González. Av. Alfonso Ugarte 873, Lima 1 Perú
lunes, 4 de julio de 2011
PERU: UNA EXPECTANTE SEÑAL ANTICORRUPCION
Jorge Zavaleta Alegre
La Comisión de Alto Nivel Anticorrupción del Perú– CAN - respalda por unanimidad la modificación de la reciente Ley 29703, para impedir que los delitos contra el patrimonio del Estado sean burlados. La Sala Plena de la Corte Suprema de Justicia con una urgente iniciativa legislativa busca que el Congreso evite la impunidad de los actos de corrupción de la administración pública. Es una buena señal para el Perú, cuyo nuevo gobierno anuncia la lucha implacable contra el principal flagelo de este país sudamericano de 30 millones de habitantes.
Además, la CAN solicita que la Fiscalía de la Nación interponga una acción de inconstitucionalidad ante el Tribunal Constitucional - TC contra la mencionada Ley 29703, para que se elimine del sistema jurídico, no sólo a partir de la fecha en que se expida la sentencia, sino también para atacar los posibles efectos de la “retroactividad benigna” en que algunos puedan ampararse aún estando derogada.
Tales decisiones se suman a la elección del actual titular del Consejo Nacional de la Magistratura (CNM), ingeniero Gonzalo García Núñez, como nuevo Presidente de la CAN, en sesión del 4 de Julio, en Palacio Nacional de Justicia.
El CNM está integrado por siete Consejeros elegidos en votación secreta: Uno, por los miembros titulares de la Corte Suprema. Uno por la Junta de Fiscales Supremos. Uno por los Rectores las universidades nacionales. Uno por los Rectores de las universidades particulares. Uno por los agremiados en los distintos Colegios de Abogados del País, en elecciones organizadas por la ONPE. Dos por los agremiados en los demás colegios profesionales (ingenieros, contadores públicos, médicos, economistas, sociólogos, etc).
García Núñez tendrá una inmensa responsabilidad, en tanto reemplaza al doctor César San Martín Castro, notable magistrado, conocido por haber presidido el tribunal que juzgó y condenó al ex presidente Fujimori a 25 años de prisión por delitos contra los derechos humanos y corrupción generalizada.
El jurista San Martín, manifestó que García Núñez por su experiencia, trayectoria profesional y la función que cumple ayudará a promover una cultura contra la corrupción y la institucionalidad del país. La función de la CAN será articular los esfuerzos de la sociedad civil y llevarlos hacia objetivos concretos, eficientes y rápidos.
A continuación una entrevista con el flamante Presidente de la CAN, quien remarca la trascendencia de la participación de catorce instituciones, donde cada una desarrolla un conjunto de medidas que sean ejecutables, proyectos y normas contra la corrupción y en especial medidas disciplinarias en la administración pública en sus distintos modos de ejercicio. La tarea será buscar un tratamiento armónico y un conjunto de medidas integradas en un solo paquete que permita cumplir objetivos concretos.
-¿En nuestra sociedad abundan leyes y mecanismos para mejorar la justicia. Casi nadie se opone públicamente a los esfuerzos contra la corrupción. Sin embargo, no hay confianza en este tipo de anuncios y gestos moralizadores?
GGN. Efectivamente, para lograr la transparencia de una gestión se tienen que modernizar las instituciones, acortar los procesos, incorporar tecnologías de información para realizar rápidos procesos administrativos y mejorar la gestión pública. Un tema central es la efectividad en la lucha contra la corrupción. Todos los instrumentos administrativos deben permitir una rápida ejecución. Una resolución tiene salir en el día. Un acuerdo del directorio debe caminar de inmediato. Los reclamos deben hacerse dentro de los plazos razonables. Se trata de construir una eficiencia para evitar el mecanismo dilatorio que permite la corrupción. Las sanciones eficaces no deben generar rehabilitaciones y reingresos de los mismos que cometieron irregularidades.
-Durante el fujimorsimo se montaron, presuntamente, varias reformas del Poder Judicial, que se tradujeron solo en costosa infraestructura física financiadas con endeudamiento externo, como los llamados módulos de Justicia. Las placas de esos edificios son la prueba irrefutable de la ineficacia de los proyectos, porque sus principales promotores están presos, fugitivos o han fallecido. ¿Cómo va a funcionar la articulación con el Poder Judicial?
GGN. Desde hace algunos meses, con mi gestión en la CNM hemos convenido con el PJ un conjunto de acciones. Tenemos un convenio, basado fundamentalmente en la modernización de nuestro proceso de evaluación, selección, ratificación, destitución de magistrados, a partir del uso del expediente virtual, la firma electrónica, y que todos los procedimientos administrativos sean transparentes para el público, dentro de un plan anticorrupción.
La AID nos está poniendo un sistema de software muy avanzado para los procesos disciplinarios. Y con el Poder Judicial, a través de tecnologías de información, con telemática, con modernización, podremos ingresar a la gestión de los procesos para desde allí acelerar la gestión. Con nuevas tecnologías, se pueden conocer los resultados y aplicar un sistema garantista, es decir de respeto a los derechos fundamentales de los acusados, para evitar los mecanismos persecutorios. Se parte de la presunción de la inocencia, pero también, en el momento en que se encuentra que la acusación es fundamentada se actúa y se aplica la pena en plazos inmediatos.
El garantismo es bueno porque evita cualquier presunción de acusación indebida, pero al mismo tiempo da la posibilidad de ejercitar la función y no hay forma de justificar la dilatación o perturbación del proceso, es decir frustrar la administración de justicia. En este campo el PJ está avanzando en forma muy intensa. Nosotros acompañamos, desde el Consejo de la Magistratura y desde la Fiscalía, con el uso de la telemática que facilita la comunicación nacional. Son mecanismos que están actuando muy directamente en distintas instituciones. Todo esto permitirá un trabajo más efectivo de la CAN.
Necesitamos en definitiva el respaldo político, para acelerar los proseos anticorrupción. Entiendo que eso lo que esperan todas las instituciones.
-Ud. cree que esE respaldo político se dé en la dimensión que esperan, empezando por Ud. que fue parte del equipo del presidente electo Ollanta Humala.
GGN. En el 2006 acompañé al candidato presidencial Ollanta Humala como postulante a la vicepresidencia de la República y com parte responsable del programa “por la gran transformación nacional”. Naturalmente, para la función actual, no forma parte la actividad partidaria. Respetando las normas constitucionales y todos los canales legales, no tengo ninguna filiación partidaria.
Independientemente de esto y cualquiera sea la opción partidaria que haya escogido el país creo que es indispensable una acción sincronizada en todos los poderes del Estado – Ejecutivo, Legislativo, Judicial, y en el caso de instituciones como la CAN. Dentro de esta sincronización queremos entregar un paquete de medidas eficiente, rápido, eficaz, Creo que eso es lo que significa el voto de la población, por una clara y eficaz lucha contra la corrupción.
Saludaremos al Presidente electo y le trasmitiremos nuestro programa de acción. Como presidente de la CAN y antes del CNM, nuestra preocupación es hablar con el Presidente Humala y encontrar consensos para actuar.
-Cuál va a ser la reacción frente a la Legislación que pretende salvar de responsabilidad a los corruptos del régimen que fenece, según la ley 297703.
GGN. La CAN ha acordado por unanimidad plantear observaciones a esa disposición legal, y en especial para que no siga surtiendo efecto. Esperamos que la decisión del Tribunal Constitucional paralice en adelante cualquier efecto de esa norma. Hacia atrás hay procedimientos modificatorios, en especial de aquellos que trataban de enervar el hecho, con una colusión que quiere ser mitigada por esa ley en términos de relación o no relación patrimonial con el Estado.
Entonces al eliminarse el instrumento presuntivo que había antes, se estaban creando condiciones para quienes habían delinquido en actividades ilícitas con terceros y exceptuando a los perjuicios patrimoniales con el Estado.
Esa norma casi tiene nombres propios, porque están vinculados a los recientes procesos judiciales abiertos.
-¿Inclusive con la propuesta anunciada, quedaría paralizado el efecto de esa norma. Estaría aún abierta una ventana para los corruptos?
GGN. Tiene un alto riesgo político, porque quienes se aprovechen se pondrán en evidencia quienes habrían impulsado esa ley. Quien pretenda beneficiarse con esta norma, evidentemente estaría vinculado a procesos de corrupción.
-¿Presupuesto para la CAN?
GGN. Cada una de las instituciones tiene dentro de sus estructuras presupuestales el compromiso vinculado a programas anticorrupción. Además existe una fuente de recursos ligados a la cooperación internacional. Propiciaremos que esta misma acción se lleve adelante en las regiones. Tiene que crearse en las municipalidades y en la sociedad civil.
Hay dos fuerzas motoras: el conjunto de instituciones y la CONFIEP que representa a los empresarios y viene expresando voluntad de lucha firme contra la corrupción. Estos elementos movilizadores de la sociedad civil se suman al Acuerdo Nacional, que preside el Dr. Max Hernández.
También es importante resaltar la labor de la prensa en la construcción de la conciencia nacional en materia de corrupción. Según una encuesta de la PUCP los peruanos tenemos una apreciación negativa sobre la función pública. Hay una tarea muy fuerte de reconstrucción de ideas, de modos, de hábitos, de costumbres, de educación y de contenidos. El 90% de la población se informa a través de la TV.
¿El tema de la educación es clave, qué hacer con un país único y diverso a la vez?
Tengo contactos muy antiguos, muy bien construidos con varias organizaciones de la sociedad civil y de la educación particularmente, en especial con el Sindicato de Trabajadores de la Educación Peruana, con el Colegio de Profesores como los de Fe y Alegría, el Foro Educativo que han trabajado alrededor de un programa de educación nacional.
Nuestra sociedad es diversa, pluricultural, con expresiones lingüísticas propias. Hay una tarea muy importante de accesibilidad. Es decir de conocimiento y respeto de los valores. Es deber compartirlos y tener mecanismos para superar las fricciones culturales. No pueden repetirse sucesos tan lamentables como Bagua y Puno, chocando con la institucionalidad política. Hay que valorar a las minorías étnicas del país en el campo de la justicia, en los ámbitos pluriculturales, en las lenguas quechua, aymara y de los 34 grupos etnolingüísticos. Hay un campo amplísimo de trabajo donde el Ministerio de Educación tiene que cumplir. Lo primero que haremos es conversar con el Ministro de Educación y plantearle estas dificultades y encontrar consensos.
Hace poco el Poder Judicial desarrolló este tema con gran precisión. Varios vocales como Landa, Rodríguez, Prado y expertos italianos realizaron un adecuado balance y manejo de la diversidad jurídica, dentro del concepto del Pluralismo Jurídico.
La corrupción es un fenómeno que atraviesa la sociedad. ¿Cómo enfrentar la informalidad en la producción, que supone violaciones de las leyes laborales, ambientales…?
La lucha contra la informalidad está vinculada a una estrategia económica fundamentalmente. Y eso significa una dotación de factores y de agentes que les asegure un margen pequeño. Si no se tiene un margen de sobrevivencia no se va a formalizar. La tarea no es perseguirlos para que funcione el IGV. La tarea principal es hacer que produzcan para que puedan pagar el IGV. Hay una diferencia clara con el “legalismo”, que después de 30 años de praxis creo que ha fracasado. La pequeña producción tanto agrícola como industrial demanda capital a bajo costo, mezcla de fondos que le reduzca el costo del dinero, más acceso a recursos tecnológicos para contar con mano eficiente y económica. Además, acceso al mecanismo de Indecopi y otros elementos para facilitar el camino a la formalidad.
---
HOJA DE VIDA.
El Dr. Ing. Gonzalo García Núñez es profesor con cuarenta años de experiencia en el sector universitario, especialmente de la UNI. Ha sido miembro del Foro Democrático y ha estado presente en varias jornadas democráticas. Es colaborador de diversas publicaciones nacionales y del exterior en temas de desarrollo. Dr. en economía por la universidad de Grenoble. Es docente del Instituto Geopolítico Rennes de Gran Bretaña en la región francesa, y acaba de ganar el concurso de la Cátedra de las Américas.
Ha sido decano del Colegio de Ingenieros. Ha participado en varios proyectos regionales, especialmente en Huancavelica y Caravelí - Arequipa, con organizaciones como Desco, para emprender propuestas de lucha contra la pobreza y en la construcción de ciudades saludables con incorporación de energías renovables, telecentro y vinculación informativa.
| Dr, Gonzalo García, Presidente Anticorrupción |
Además, la CAN solicita que la Fiscalía de la Nación interponga una acción de inconstitucionalidad ante el Tribunal Constitucional - TC contra la mencionada Ley 29703, para que se elimine del sistema jurídico, no sólo a partir de la fecha en que se expida la sentencia, sino también para atacar los posibles efectos de la “retroactividad benigna” en que algunos puedan ampararse aún estando derogada.
Tales decisiones se suman a la elección del actual titular del Consejo Nacional de la Magistratura (CNM), ingeniero Gonzalo García Núñez, como nuevo Presidente de la CAN, en sesión del 4 de Julio, en Palacio Nacional de Justicia.
El CNM está integrado por siete Consejeros elegidos en votación secreta: Uno, por los miembros titulares de la Corte Suprema. Uno por la Junta de Fiscales Supremos. Uno por los Rectores las universidades nacionales. Uno por los Rectores de las universidades particulares. Uno por los agremiados en los distintos Colegios de Abogados del País, en elecciones organizadas por la ONPE. Dos por los agremiados en los demás colegios profesionales (ingenieros, contadores públicos, médicos, economistas, sociólogos, etc).
García Núñez tendrá una inmensa responsabilidad, en tanto reemplaza al doctor César San Martín Castro, notable magistrado, conocido por haber presidido el tribunal que juzgó y condenó al ex presidente Fujimori a 25 años de prisión por delitos contra los derechos humanos y corrupción generalizada.
El jurista San Martín, manifestó que García Núñez por su experiencia, trayectoria profesional y la función que cumple ayudará a promover una cultura contra la corrupción y la institucionalidad del país. La función de la CAN será articular los esfuerzos de la sociedad civil y llevarlos hacia objetivos concretos, eficientes y rápidos.
A continuación una entrevista con el flamante Presidente de la CAN, quien remarca la trascendencia de la participación de catorce instituciones, donde cada una desarrolla un conjunto de medidas que sean ejecutables, proyectos y normas contra la corrupción y en especial medidas disciplinarias en la administración pública en sus distintos modos de ejercicio. La tarea será buscar un tratamiento armónico y un conjunto de medidas integradas en un solo paquete que permita cumplir objetivos concretos.
-¿En nuestra sociedad abundan leyes y mecanismos para mejorar la justicia. Casi nadie se opone públicamente a los esfuerzos contra la corrupción. Sin embargo, no hay confianza en este tipo de anuncios y gestos moralizadores?
GGN. Efectivamente, para lograr la transparencia de una gestión se tienen que modernizar las instituciones, acortar los procesos, incorporar tecnologías de información para realizar rápidos procesos administrativos y mejorar la gestión pública. Un tema central es la efectividad en la lucha contra la corrupción. Todos los instrumentos administrativos deben permitir una rápida ejecución. Una resolución tiene salir en el día. Un acuerdo del directorio debe caminar de inmediato. Los reclamos deben hacerse dentro de los plazos razonables. Se trata de construir una eficiencia para evitar el mecanismo dilatorio que permite la corrupción. Las sanciones eficaces no deben generar rehabilitaciones y reingresos de los mismos que cometieron irregularidades.
-Durante el fujimorsimo se montaron, presuntamente, varias reformas del Poder Judicial, que se tradujeron solo en costosa infraestructura física financiadas con endeudamiento externo, como los llamados módulos de Justicia. Las placas de esos edificios son la prueba irrefutable de la ineficacia de los proyectos, porque sus principales promotores están presos, fugitivos o han fallecido. ¿Cómo va a funcionar la articulación con el Poder Judicial?
GGN. Desde hace algunos meses, con mi gestión en la CNM hemos convenido con el PJ un conjunto de acciones. Tenemos un convenio, basado fundamentalmente en la modernización de nuestro proceso de evaluación, selección, ratificación, destitución de magistrados, a partir del uso del expediente virtual, la firma electrónica, y que todos los procedimientos administrativos sean transparentes para el público, dentro de un plan anticorrupción.
La AID nos está poniendo un sistema de software muy avanzado para los procesos disciplinarios. Y con el Poder Judicial, a través de tecnologías de información, con telemática, con modernización, podremos ingresar a la gestión de los procesos para desde allí acelerar la gestión. Con nuevas tecnologías, se pueden conocer los resultados y aplicar un sistema garantista, es decir de respeto a los derechos fundamentales de los acusados, para evitar los mecanismos persecutorios. Se parte de la presunción de la inocencia, pero también, en el momento en que se encuentra que la acusación es fundamentada se actúa y se aplica la pena en plazos inmediatos.
El garantismo es bueno porque evita cualquier presunción de acusación indebida, pero al mismo tiempo da la posibilidad de ejercitar la función y no hay forma de justificar la dilatación o perturbación del proceso, es decir frustrar la administración de justicia. En este campo el PJ está avanzando en forma muy intensa. Nosotros acompañamos, desde el Consejo de la Magistratura y desde la Fiscalía, con el uso de la telemática que facilita la comunicación nacional. Son mecanismos que están actuando muy directamente en distintas instituciones. Todo esto permitirá un trabajo más efectivo de la CAN.
Necesitamos en definitiva el respaldo político, para acelerar los proseos anticorrupción. Entiendo que eso lo que esperan todas las instituciones.
| Corte Suprema del Perú |
-Ud. cree que esE respaldo político se dé en la dimensión que esperan, empezando por Ud. que fue parte del equipo del presidente electo Ollanta Humala.
GGN. En el 2006 acompañé al candidato presidencial Ollanta Humala como postulante a la vicepresidencia de la República y com parte responsable del programa “por la gran transformación nacional”. Naturalmente, para la función actual, no forma parte la actividad partidaria. Respetando las normas constitucionales y todos los canales legales, no tengo ninguna filiación partidaria.
Independientemente de esto y cualquiera sea la opción partidaria que haya escogido el país creo que es indispensable una acción sincronizada en todos los poderes del Estado – Ejecutivo, Legislativo, Judicial, y en el caso de instituciones como la CAN. Dentro de esta sincronización queremos entregar un paquete de medidas eficiente, rápido, eficaz, Creo que eso es lo que significa el voto de la población, por una clara y eficaz lucha contra la corrupción.
Saludaremos al Presidente electo y le trasmitiremos nuestro programa de acción. Como presidente de la CAN y antes del CNM, nuestra preocupación es hablar con el Presidente Humala y encontrar consensos para actuar.
-Cuál va a ser la reacción frente a la Legislación que pretende salvar de responsabilidad a los corruptos del régimen que fenece, según la ley 297703.
GGN. La CAN ha acordado por unanimidad plantear observaciones a esa disposición legal, y en especial para que no siga surtiendo efecto. Esperamos que la decisión del Tribunal Constitucional paralice en adelante cualquier efecto de esa norma. Hacia atrás hay procedimientos modificatorios, en especial de aquellos que trataban de enervar el hecho, con una colusión que quiere ser mitigada por esa ley en términos de relación o no relación patrimonial con el Estado.
Entonces al eliminarse el instrumento presuntivo que había antes, se estaban creando condiciones para quienes habían delinquido en actividades ilícitas con terceros y exceptuando a los perjuicios patrimoniales con el Estado.
Esa norma casi tiene nombres propios, porque están vinculados a los recientes procesos judiciales abiertos.
-¿Inclusive con la propuesta anunciada, quedaría paralizado el efecto de esa norma. Estaría aún abierta una ventana para los corruptos?
GGN. Tiene un alto riesgo político, porque quienes se aprovechen se pondrán en evidencia quienes habrían impulsado esa ley. Quien pretenda beneficiarse con esta norma, evidentemente estaría vinculado a procesos de corrupción.
-¿Presupuesto para la CAN?
GGN. Cada una de las instituciones tiene dentro de sus estructuras presupuestales el compromiso vinculado a programas anticorrupción. Además existe una fuente de recursos ligados a la cooperación internacional. Propiciaremos que esta misma acción se lleve adelante en las regiones. Tiene que crearse en las municipalidades y en la sociedad civil.
Hay dos fuerzas motoras: el conjunto de instituciones y la CONFIEP que representa a los empresarios y viene expresando voluntad de lucha firme contra la corrupción. Estos elementos movilizadores de la sociedad civil se suman al Acuerdo Nacional, que preside el Dr. Max Hernández.
También es importante resaltar la labor de la prensa en la construcción de la conciencia nacional en materia de corrupción. Según una encuesta de la PUCP los peruanos tenemos una apreciación negativa sobre la función pública. Hay una tarea muy fuerte de reconstrucción de ideas, de modos, de hábitos, de costumbres, de educación y de contenidos. El 90% de la población se informa a través de la TV.
¿El tema de la educación es clave, qué hacer con un país único y diverso a la vez?
| Congreso del Perú, en Centro Hisgorico de Lima |
Nuestra sociedad es diversa, pluricultural, con expresiones lingüísticas propias. Hay una tarea muy importante de accesibilidad. Es decir de conocimiento y respeto de los valores. Es deber compartirlos y tener mecanismos para superar las fricciones culturales. No pueden repetirse sucesos tan lamentables como Bagua y Puno, chocando con la institucionalidad política. Hay que valorar a las minorías étnicas del país en el campo de la justicia, en los ámbitos pluriculturales, en las lenguas quechua, aymara y de los 34 grupos etnolingüísticos. Hay un campo amplísimo de trabajo donde el Ministerio de Educación tiene que cumplir. Lo primero que haremos es conversar con el Ministro de Educación y plantearle estas dificultades y encontrar consensos.
Hace poco el Poder Judicial desarrolló este tema con gran precisión. Varios vocales como Landa, Rodríguez, Prado y expertos italianos realizaron un adecuado balance y manejo de la diversidad jurídica, dentro del concepto del Pluralismo Jurídico.
La corrupción es un fenómeno que atraviesa la sociedad. ¿Cómo enfrentar la informalidad en la producción, que supone violaciones de las leyes laborales, ambientales…?
La lucha contra la informalidad está vinculada a una estrategia económica fundamentalmente. Y eso significa una dotación de factores y de agentes que les asegure un margen pequeño. Si no se tiene un margen de sobrevivencia no se va a formalizar. La tarea no es perseguirlos para que funcione el IGV. La tarea principal es hacer que produzcan para que puedan pagar el IGV. Hay una diferencia clara con el “legalismo”, que después de 30 años de praxis creo que ha fracasado. La pequeña producción tanto agrícola como industrial demanda capital a bajo costo, mezcla de fondos que le reduzca el costo del dinero, más acceso a recursos tecnológicos para contar con mano eficiente y económica. Además, acceso al mecanismo de Indecopi y otros elementos para facilitar el camino a la formalidad.
---
HOJA DE VIDA.
El Dr. Ing. Gonzalo García Núñez es profesor con cuarenta años de experiencia en el sector universitario, especialmente de la UNI. Ha sido miembro del Foro Democrático y ha estado presente en varias jornadas democráticas. Es colaborador de diversas publicaciones nacionales y del exterior en temas de desarrollo. Dr. en economía por la universidad de Grenoble. Es docente del Instituto Geopolítico Rennes de Gran Bretaña en la región francesa, y acaba de ganar el concurso de la Cátedra de las Américas.
Ha sido decano del Colegio de Ingenieros. Ha participado en varios proyectos regionales, especialmente en Huancavelica y Caravelí - Arequipa, con organizaciones como Desco, para emprender propuestas de lucha contra la pobreza y en la construcción de ciudades saludables con incorporación de energías renovables, telecentro y vinculación informativa.
domingo, 3 de julio de 2011
sábado, 2 de julio de 2011
viernes, 1 de julio de 2011
Educación de calidad es insuficiente, según diarios La Primera y Gestíón
Opina: Arq. Javier Sota (Cusco 1943), maestro universitario durante 30 años, estudios de planeamiento urbano en la República Checa, decano de Arquitectura y Rector de la UNI, presidente de la Asamblea Nacional de Rectores, Ministro de Educación 2004 - 2006 y ex decano del Colegio de Arquitectos.
Nota. Adjuntamos una entrevista publicada por el Diario La Primera y comentarios de Gestión sobre los nuevos proyectos de creación de universidades.
Por Jorge Zavaleta.- Es un grave error creer que el solo aumento del presupuesto para la Educación es la llave para salir del círculo perverso de la pobreza. No se puede apoyar a una mejora de la Educación porque combate a la pobreza sino porque una buena Educación nos hace más personas, afirma Javier Sota Nadal, ex ministro de ese sector del gobierno del presidente Alejandro Toledo.
Plantea también una profunda reforma del Ministerio de Economía y Finanzas, empezando por la Contraloría General de la República, y revivir y renovar el concepto del “nacionalismo” dentro de la óptica arguediana “Todas las sangres” –la gran riqueza de naciones que es el Perú- y el proceso de la globalización.
-De pronto en el Perú la Educación se ha convertido en el tema prioritario. ¿Qué ha ocurrido en el país para llegar a este grado de madurez?
- Desde hace más o menos 25 años, en los círculos intelectuales, políticos y académicos ya se hablaba de la necesidad de invertir en Educación, no tanto como un derecho ciudadano que tiene que hacerse tangible en un país moderno y democrático, sino como instrumento básico para abatir la pobreza y para desarrollar el país.
Pero la clase política y los que llegaron al poder, no elevaron a propuesta política esta teoría, de probada validez. Los poderes fácticos al asumir el poder comienzan a rodear a la dirección del Estado y al Congreso con otros temas vinculados a infraestructura, salud, energía, absolutamente necesarios, pero en esa lista de lavandería gigantesca, la Educación pasaba a un último o penúltimo lugar.
-Después de esta etapa, la Educación empeora mucho más. ¿Qué sucede?
- Porque a partir de los ochenta comienza un proceso de privatización de la Educación. Gente que ahora se denomina B, C, D, E, comenzó a optar por la Educación privada desde las universidades públicas y colegios estatales. La clase política, los ideólogos liberales pensaron que era un asunto que podría resolverlo el sector privado, por lo tanto la Educación pública venía a ser una suerte de gracia del Estado con la ciudadanía y optaron simplemente por ampliar la cobertura en la Educación pública, dejando que la actividad privada se encargara de ese tema sustantivo.
-¿Cómo se expresa después del autoritarismo Fujimorista y de la crisis que nos dejó?
-Hoy en día la matrícula a la universidad privada es el doble que en la pública. Entonces hay una desatención de la Educación pública, y se convierte en un placebo, terapéutico.
La respuesta del Estado, después del Fujimorismo, fue con el fugaz gobierno del presidente Valentín Paniagua, quien convocó a la comunidad educativa para plantearse los principales temas centrales del país. Participé en esta secuencia de reuniones hasta entregar un documento al Presidente. A partir de ese momento considero que hay un cambio, y se piensa que la Educación es una responsabilidad del Estado. Aquí no se habla de la subsidiaridad del Estado sino una responsabilidad del Estado, que puede ser compartida, ciertamente, con el sector privado.
-¿Y en qué momento se empieza a concretar esta propuesta como un proyecto nacional?
-Durante el gobierno del Presidente Toledo, y durante mi gestión como Ministro del sector, este Consejo Nacional de Educación, plural, amplio, realizó múltiples consultas y elaboró un Proyecto Educativo, que es la hoja de ruta de la Educación peruana no solo para promover la justicia social y superar las brechas terribles en calidad educativa urbano-rural sino también para potenciar hacia una calidad educativa en todos los niveles, incluyendo el sector universitario.
-¿Pero esa proclama del presidente Toledo tampoco toma fuerza?
-Es bueno recordar qué sucede en ese entonces. El presidente Toledo, por razones inexplicables, tenía un frente político terrible contra él, es una víctima de muchos ataques y la percepción ciudadana positiva estaba en cerca de un dígito. Además, el presidente Toledo recibió un país en crisis. La última etapa de Fujimori fue terrible para el país en términos económicos y obviamente, el Presidente Paniagua en un año no tuvo tiempo para revertir esa realidad.
Sin embargo, en el gobierno del Presidente Toledo se constituye el Consejo Nacional de la Educación. Me encargué de promoverlo con el magisterio, sindicatos, educadores y se dieron varias leyes como la del Sineace (Sistema Nacional de Evaluación, Acreditación y Certificación de la Educación), Ley de Carrera Pública Magisterial.
El Consejo de Ministros aprobó la propuesta y fue enviada al Congreso, pero terminó encarpetada. También se dio la Ley de Reforma Universitaria que tenía como propósito aumentar calidad y dinero a las universidades públicas, mediante un planeamiento indicativo, es decir tratar de vincularlas con las necesidades reales del país y de las regiones.
Habiendo acuerdo por el Consejo de Ministros y el liderazgo del presidente Toledo, pero no teníamos recursos. Pero el presidente decía “Soy un presidente sembrador”, porque estamos sembrando las bases para un futuro fiscal promisorio.
-¿Y cómo la cosecha ha sido aprovechada por el gobierno aprista?
-Está probado que el presidente Alan García recibió un Estado sólido, lo que sembró el presidente Toledo. Me alegra que eso haya ocurrido. Durante nuestra gestión había de un 5% a 6% en la inversión en Educación y 95% era gasto corriente; ahora está por el orden del 25% o sea se ha multiplicado en cinco veces, monto que es posible de ser destinado al presupuesto a proyectos, programas nuevos para mejorar la calidad, utilizando solo el 65% al 70% en el gasto corriente.
-¿Cuál es la actitud de los partidos políticos en este nuevo contexto?
-Considero que ahora vivimos una situación saludable para todos los candidatos. Lo ha destacado especialmente el presidente Toledo. Algo ha dicho al respecto el candidato Ollanta Humala. No he escuchado a los representantes de Luis Castañeda o muy poco. El partido de la señora Keiko Fujimori, prácticamente no ha participado de esta idea, solo he escuchado decir que es un problema de gestión y nada más, que no es necesario más recursos.
-¿Ahora existen las condiciones financieras, pero el Estado no está aún en capacidad de llevar adelante, con eficiencia y rapidez los programas de inversión social?
-Está en el horizonte programático de todas las fuerzas políticas invertir, repito no solo para saldar las inequidades, la pobreza, sino también que mediante la Educación se acompañe el desarrollo del país.
-El Sutep ha renovado su directiva. Su secretario general René Ramirez plantea el desarrollo de un modelo didáctico nacional concientizador y hacer realidad la Educación pluricultural, que el Consejo Educativo Nacional sea una aglutinador de todos los sectores, y que nada asegura que una derecha conservadora oriente todo esos recursos hacia un modelo no social, no esperado por la colectividad nacional.
-Yo suscribo varias de estas ideas que plantea el dirigente sindical. Comienzo por lo que no coincido. Creo que plantear desde el sector Educación es equivocado proponer cualquier ideología porque todas se ubican en un deber ser político.
Yo veo no solo poco pertinente, sino peligroso, plantear las tesis ideológicas en el sistema educativo en ninguno de sus niveles. En China, actualmente, en sus primeros niveles de la currícula ya dejaron de lado el marxismo leninismo y todos los cursos de ideología. Lo que hacen es que los niñas y niños chinos lean bien, entiendan lo que lean, conozcan matemáticas y ciencias que puedan aportar en la construcción del país. Y eso implica básicamente adherirse a la razón, al conocimiento.
En el caso de la Unión Soviética ellos tenían dos formas de universidad. Y eso lo conozco directamente: Unas universidades ideologizadas que las destinaban a los becarios del tercer mundo para darles cursos de revolución, y otras universidades que le permitieron llegar al espacio, aportar a la ciencia y construir tecnología propia.
Creo que la Educación debe tener el propósito de empoderar a las niñas y niños en el conocimiento, claro sí con valores éticos, para el bien colectivo. Ese aspecto ideológico yo no lo considero pertinente.
La importancia del diálogo
-¿Con cuáles otras tesis de la institución sindical de los maestros está de acuerdo?
-Ciertamente el Perú no puede tener un solo diseño curricular, ni puede tener una sola manera de educar, porque somos un país diverso y en nuestra diversidad está nuestra riqueza. Todos los candidatos algo han dicho sobre el tema, pero no estoy proponiendo una partición del país, porque en el Perú hay culturas que son varias naciones. En el mundo andino, el mundo aymara y quechua, las comunidades nativas de la selva, y en esos casos la enseñanza tiene que aterrizar en esos contextos.
Estamos proponiendo que las profesoras y profesores enseñen en la lengua materna, el castellano y otro idioma extranjeró y que los niños ingresen al mundo moderno con las modernas técnicas de la información, que entiendan las ciencias naturales, los procesos técnicos y que lleguen a la universidad para transformar el país.
En ese sentido no puede haber un solo currículo ni una sola manera de enseñar en el Perú. Existe un Proyecto Nacional de Educación, incluso el Sutep ha participado, lo ha hecho suyo.
Es un documento que lo suscribe plenamente el presidente Toledo, en el cual se plantea: enseñanza relevante, salvar los déficits de cobertura, participación de las instituciones de empresarios y no empresarios, comunidad educativa y no educativa. Conseguir que sea una política de estado que haya un esfuerzo mayor del Estado por la Educación. Ese proyecto es la guía fundamental que debe conducir los próximos quince años la Educación en el Perú.
-¿Desde la democracia, cree que lo más importante es mantener el diálogo?
-Estoy plenamente de acuerdo en cultivar y mantener el diálogo. Creo que hay aspectos positivos del Presidente García al haber ampliado el presupuesto de Educación. En segundo lugar haber dado la Ley de Carrera Magisterial que tiene que modificarse en los sistemas de evaluación, en la velocidad de su implementación que ha sido muy lenta y ha tenido problemas que debe evaluar al maestro en aula, que debe participar los resultados de los chicos en aula y que se tomen en cuenta la opinión de los padres de familia.
“La Educación es muy importante para dejarla solo a los educadores” es un afirmación conocida. Aquí tenemos que participar todos.
Jorge Zavaleta Alegre
Colaborador
--
http://gestion.pe/impresa/noticia/opinan-sobre-nuestro-editorial-anterior-que-mas-universidades/2011-07-01/34405
Opinan sobre nuestro editorial anterior: "Para qué más universidades"
Concuerdo con las críticas y sugerencias del editorial del diario Gestión en relación con la creación de nuevas universidades en general y por este Gobierno en particular. La inflación universitaria pública y privada produce los mismos efectos perniciosos que la inflación económica: la educación se devalúa como se devalúa la moneda, es decir, pierde valor de cambio. Ocurre que tanto el Congreso como el Ejecutivo tienden a sufrir de labilidad creativa cuando de adhesiones y votos futuros se trata. Por ello, atienden a la conveniencia politiquera antes que a la racionalidad y funcionalidad educativa. Opino que se debe dar otra Ley Universitaria que regule mejor el proceso de creación, rescatándola de los apetitos políticos. Mientras tanto, una moratoria sería más que conveniente.
Javier Sota Nadal
Ex ministro de Educación
--
http://gestion.pe/impresa/edicion/2011-06-30/19226
Para qué más universidades
En el año 2010 existían en el Perú, según datos de la Asamblea Nacional de Rectores, 110 universidades, de las cuales 39 eran públicas y 71, privadas. Ahora bien, decimos que existían porque ahora no sabemos cuántas otras se han integrado o se integrarán al circuito de la educación superior, dado que están listas, para que el Poder Ejecutivo promulgue, las leyes de creación de otras 13 universidades nacionales en diferentes puntos del país.
A este Gobierno le restan exactamente 27 días para dejar el poder e intentar reconciliarse con sectores de la población, sobre todo de los departamentos andinos, que denuncian postergación, lo que puede llevarlo a hacer esas promulgaciones. Si no lo hace, que creemos que es la medida más inteligente, el nuevo presidente tendría que definir si más universidades beneficiarán social, económica y científicamente al país.
Hay aspectos que se deben resolver antes, como señalar cuáles serán las bases que sostendrán el desarrollo científico y profesional del país, generar una adecuada masa científica para impulsar proyectos científicos desde las universidades, disolver la burocracia que lo impide y acercar a estos centros de estudios superiores a la empresa y a la propia comunidad.
Si las nuevas autoridades no resuelven esto, la creación de más universidades generará, contradictoriamente, más pobreza, porque los profesionales egresados de sus aulas no encontrarán empleo adecuado a sus expectativas o harán actividades ajenas a sus especialidades.
Tengamos en cuenta que las universidades públicas que ya existen en provincias, algunas de mucha categoría, son incapaces de usar los recursos que obtienen por canon minero, justamente por la existencia de las barreras mencionadas.
Hasta ahora son S/. 1,200 millones los que han debido devolver al Ministerio de Economía, justamente porque no cuentan con proyectos de investigación o porque se les pide que el grueso de ese dinero lo dediquen a infraestructura y que sus planes de inversión lo pongan en consideración del SNIP.
Estamos perdiendo dinero, pero lo más importante es que estamos perdiendo la oportunidad de generar los profesionales que se requieren para conducir al país hacia el desarrollo.
...
Nota. Adjuntamos una entrevista publicada por el Diario La Primera y comentarios de Gestión sobre los nuevos proyectos de creación de universidades.
Por Jorge Zavaleta.- Es un grave error creer que el solo aumento del presupuesto para la Educación es la llave para salir del círculo perverso de la pobreza. No se puede apoyar a una mejora de la Educación porque combate a la pobreza sino porque una buena Educación nos hace más personas, afirma Javier Sota Nadal, ex ministro de ese sector del gobierno del presidente Alejandro Toledo.
Plantea también una profunda reforma del Ministerio de Economía y Finanzas, empezando por la Contraloría General de la República, y revivir y renovar el concepto del “nacionalismo” dentro de la óptica arguediana “Todas las sangres” –la gran riqueza de naciones que es el Perú- y el proceso de la globalización.
-De pronto en el Perú la Educación se ha convertido en el tema prioritario. ¿Qué ha ocurrido en el país para llegar a este grado de madurez?
- Desde hace más o menos 25 años, en los círculos intelectuales, políticos y académicos ya se hablaba de la necesidad de invertir en Educación, no tanto como un derecho ciudadano que tiene que hacerse tangible en un país moderno y democrático, sino como instrumento básico para abatir la pobreza y para desarrollar el país.
Pero la clase política y los que llegaron al poder, no elevaron a propuesta política esta teoría, de probada validez. Los poderes fácticos al asumir el poder comienzan a rodear a la dirección del Estado y al Congreso con otros temas vinculados a infraestructura, salud, energía, absolutamente necesarios, pero en esa lista de lavandería gigantesca, la Educación pasaba a un último o penúltimo lugar.
-Después de esta etapa, la Educación empeora mucho más. ¿Qué sucede?
- Porque a partir de los ochenta comienza un proceso de privatización de la Educación. Gente que ahora se denomina B, C, D, E, comenzó a optar por la Educación privada desde las universidades públicas y colegios estatales. La clase política, los ideólogos liberales pensaron que era un asunto que podría resolverlo el sector privado, por lo tanto la Educación pública venía a ser una suerte de gracia del Estado con la ciudadanía y optaron simplemente por ampliar la cobertura en la Educación pública, dejando que la actividad privada se encargara de ese tema sustantivo.
-¿Cómo se expresa después del autoritarismo Fujimorista y de la crisis que nos dejó?
-Hoy en día la matrícula a la universidad privada es el doble que en la pública. Entonces hay una desatención de la Educación pública, y se convierte en un placebo, terapéutico.
La respuesta del Estado, después del Fujimorismo, fue con el fugaz gobierno del presidente Valentín Paniagua, quien convocó a la comunidad educativa para plantearse los principales temas centrales del país. Participé en esta secuencia de reuniones hasta entregar un documento al Presidente. A partir de ese momento considero que hay un cambio, y se piensa que la Educación es una responsabilidad del Estado. Aquí no se habla de la subsidiaridad del Estado sino una responsabilidad del Estado, que puede ser compartida, ciertamente, con el sector privado.
-¿Y en qué momento se empieza a concretar esta propuesta como un proyecto nacional?
-Durante el gobierno del Presidente Toledo, y durante mi gestión como Ministro del sector, este Consejo Nacional de Educación, plural, amplio, realizó múltiples consultas y elaboró un Proyecto Educativo, que es la hoja de ruta de la Educación peruana no solo para promover la justicia social y superar las brechas terribles en calidad educativa urbano-rural sino también para potenciar hacia una calidad educativa en todos los niveles, incluyendo el sector universitario.
-¿Pero esa proclama del presidente Toledo tampoco toma fuerza?
-Es bueno recordar qué sucede en ese entonces. El presidente Toledo, por razones inexplicables, tenía un frente político terrible contra él, es una víctima de muchos ataques y la percepción ciudadana positiva estaba en cerca de un dígito. Además, el presidente Toledo recibió un país en crisis. La última etapa de Fujimori fue terrible para el país en términos económicos y obviamente, el Presidente Paniagua en un año no tuvo tiempo para revertir esa realidad.
Sin embargo, en el gobierno del Presidente Toledo se constituye el Consejo Nacional de la Educación. Me encargué de promoverlo con el magisterio, sindicatos, educadores y se dieron varias leyes como la del Sineace (Sistema Nacional de Evaluación, Acreditación y Certificación de la Educación), Ley de Carrera Pública Magisterial.
El Consejo de Ministros aprobó la propuesta y fue enviada al Congreso, pero terminó encarpetada. También se dio la Ley de Reforma Universitaria que tenía como propósito aumentar calidad y dinero a las universidades públicas, mediante un planeamiento indicativo, es decir tratar de vincularlas con las necesidades reales del país y de las regiones.
Habiendo acuerdo por el Consejo de Ministros y el liderazgo del presidente Toledo, pero no teníamos recursos. Pero el presidente decía “Soy un presidente sembrador”, porque estamos sembrando las bases para un futuro fiscal promisorio.
-¿Y cómo la cosecha ha sido aprovechada por el gobierno aprista?
-Está probado que el presidente Alan García recibió un Estado sólido, lo que sembró el presidente Toledo. Me alegra que eso haya ocurrido. Durante nuestra gestión había de un 5% a 6% en la inversión en Educación y 95% era gasto corriente; ahora está por el orden del 25% o sea se ha multiplicado en cinco veces, monto que es posible de ser destinado al presupuesto a proyectos, programas nuevos para mejorar la calidad, utilizando solo el 65% al 70% en el gasto corriente.
-¿Cuál es la actitud de los partidos políticos en este nuevo contexto?
-Considero que ahora vivimos una situación saludable para todos los candidatos. Lo ha destacado especialmente el presidente Toledo. Algo ha dicho al respecto el candidato Ollanta Humala. No he escuchado a los representantes de Luis Castañeda o muy poco. El partido de la señora Keiko Fujimori, prácticamente no ha participado de esta idea, solo he escuchado decir que es un problema de gestión y nada más, que no es necesario más recursos.
-¿Ahora existen las condiciones financieras, pero el Estado no está aún en capacidad de llevar adelante, con eficiencia y rapidez los programas de inversión social?
-Está en el horizonte programático de todas las fuerzas políticas invertir, repito no solo para saldar las inequidades, la pobreza, sino también que mediante la Educación se acompañe el desarrollo del país.
-El Sutep ha renovado su directiva. Su secretario general René Ramirez plantea el desarrollo de un modelo didáctico nacional concientizador y hacer realidad la Educación pluricultural, que el Consejo Educativo Nacional sea una aglutinador de todos los sectores, y que nada asegura que una derecha conservadora oriente todo esos recursos hacia un modelo no social, no esperado por la colectividad nacional.
-Yo suscribo varias de estas ideas que plantea el dirigente sindical. Comienzo por lo que no coincido. Creo que plantear desde el sector Educación es equivocado proponer cualquier ideología porque todas se ubican en un deber ser político.
Yo veo no solo poco pertinente, sino peligroso, plantear las tesis ideológicas en el sistema educativo en ninguno de sus niveles. En China, actualmente, en sus primeros niveles de la currícula ya dejaron de lado el marxismo leninismo y todos los cursos de ideología. Lo que hacen es que los niñas y niños chinos lean bien, entiendan lo que lean, conozcan matemáticas y ciencias que puedan aportar en la construcción del país. Y eso implica básicamente adherirse a la razón, al conocimiento.
En el caso de la Unión Soviética ellos tenían dos formas de universidad. Y eso lo conozco directamente: Unas universidades ideologizadas que las destinaban a los becarios del tercer mundo para darles cursos de revolución, y otras universidades que le permitieron llegar al espacio, aportar a la ciencia y construir tecnología propia.
Creo que la Educación debe tener el propósito de empoderar a las niñas y niños en el conocimiento, claro sí con valores éticos, para el bien colectivo. Ese aspecto ideológico yo no lo considero pertinente.
La importancia del diálogo
-¿Con cuáles otras tesis de la institución sindical de los maestros está de acuerdo?
-Ciertamente el Perú no puede tener un solo diseño curricular, ni puede tener una sola manera de educar, porque somos un país diverso y en nuestra diversidad está nuestra riqueza. Todos los candidatos algo han dicho sobre el tema, pero no estoy proponiendo una partición del país, porque en el Perú hay culturas que son varias naciones. En el mundo andino, el mundo aymara y quechua, las comunidades nativas de la selva, y en esos casos la enseñanza tiene que aterrizar en esos contextos.
Estamos proponiendo que las profesoras y profesores enseñen en la lengua materna, el castellano y otro idioma extranjeró y que los niños ingresen al mundo moderno con las modernas técnicas de la información, que entiendan las ciencias naturales, los procesos técnicos y que lleguen a la universidad para transformar el país.
En ese sentido no puede haber un solo currículo ni una sola manera de enseñar en el Perú. Existe un Proyecto Nacional de Educación, incluso el Sutep ha participado, lo ha hecho suyo.
Es un documento que lo suscribe plenamente el presidente Toledo, en el cual se plantea: enseñanza relevante, salvar los déficits de cobertura, participación de las instituciones de empresarios y no empresarios, comunidad educativa y no educativa. Conseguir que sea una política de estado que haya un esfuerzo mayor del Estado por la Educación. Ese proyecto es la guía fundamental que debe conducir los próximos quince años la Educación en el Perú.
-¿Desde la democracia, cree que lo más importante es mantener el diálogo?
-Estoy plenamente de acuerdo en cultivar y mantener el diálogo. Creo que hay aspectos positivos del Presidente García al haber ampliado el presupuesto de Educación. En segundo lugar haber dado la Ley de Carrera Magisterial que tiene que modificarse en los sistemas de evaluación, en la velocidad de su implementación que ha sido muy lenta y ha tenido problemas que debe evaluar al maestro en aula, que debe participar los resultados de los chicos en aula y que se tomen en cuenta la opinión de los padres de familia.
“La Educación es muy importante para dejarla solo a los educadores” es un afirmación conocida. Aquí tenemos que participar todos.
Jorge Zavaleta Alegre
Colaborador
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http://gestion.pe/impresa/noticia/opinan-sobre-nuestro-editorial-anterior-que-mas-universidades/2011-07-01/34405
Opinan sobre nuestro editorial anterior: "Para qué más universidades"
Concuerdo con las críticas y sugerencias del editorial del diario Gestión en relación con la creación de nuevas universidades en general y por este Gobierno en particular. La inflación universitaria pública y privada produce los mismos efectos perniciosos que la inflación económica: la educación se devalúa como se devalúa la moneda, es decir, pierde valor de cambio. Ocurre que tanto el Congreso como el Ejecutivo tienden a sufrir de labilidad creativa cuando de adhesiones y votos futuros se trata. Por ello, atienden a la conveniencia politiquera antes que a la racionalidad y funcionalidad educativa. Opino que se debe dar otra Ley Universitaria que regule mejor el proceso de creación, rescatándola de los apetitos políticos. Mientras tanto, una moratoria sería más que conveniente.
Javier Sota Nadal
Ex ministro de Educación
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http://gestion.pe/impresa/edicion/2011-06-30/19226
Para qué más universidades
En el año 2010 existían en el Perú, según datos de la Asamblea Nacional de Rectores, 110 universidades, de las cuales 39 eran públicas y 71, privadas. Ahora bien, decimos que existían porque ahora no sabemos cuántas otras se han integrado o se integrarán al circuito de la educación superior, dado que están listas, para que el Poder Ejecutivo promulgue, las leyes de creación de otras 13 universidades nacionales en diferentes puntos del país.
A este Gobierno le restan exactamente 27 días para dejar el poder e intentar reconciliarse con sectores de la población, sobre todo de los departamentos andinos, que denuncian postergación, lo que puede llevarlo a hacer esas promulgaciones. Si no lo hace, que creemos que es la medida más inteligente, el nuevo presidente tendría que definir si más universidades beneficiarán social, económica y científicamente al país.
Hay aspectos que se deben resolver antes, como señalar cuáles serán las bases que sostendrán el desarrollo científico y profesional del país, generar una adecuada masa científica para impulsar proyectos científicos desde las universidades, disolver la burocracia que lo impide y acercar a estos centros de estudios superiores a la empresa y a la propia comunidad.
Si las nuevas autoridades no resuelven esto, la creación de más universidades generará, contradictoriamente, más pobreza, porque los profesionales egresados de sus aulas no encontrarán empleo adecuado a sus expectativas o harán actividades ajenas a sus especialidades.
Tengamos en cuenta que las universidades públicas que ya existen en provincias, algunas de mucha categoría, son incapaces de usar los recursos que obtienen por canon minero, justamente por la existencia de las barreras mencionadas.
Hasta ahora son S/. 1,200 millones los que han debido devolver al Ministerio de Economía, justamente porque no cuentan con proyectos de investigación o porque se les pide que el grueso de ese dinero lo dediquen a infraestructura y que sus planes de inversión lo pongan en consideración del SNIP.
Estamos perdiendo dinero, pero lo más importante es que estamos perdiendo la oportunidad de generar los profesionales que se requieren para conducir al país hacia el desarrollo.
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jueves, 30 de junio de 2011
ALERTA AL PERU: BID CELEBRO MEDIO SIGLO ACOSADO POR CRITICAS
| Investiguen al BID. Alerta para el Perú |
Antes lea esta nota: http://papeldearbol-papeldearbol.blogspot.com/2011/05/blog-post.html
Publicada en Cambio16 de Madrid, Argenpress, El Mercurio...
BID celebra medio siglo acosado por críticas
Por Humberto Márquez
CARACAS, 26 mar (IPS) - El Banco Interamericano de Desarrollo (BID) conmemora con una asamblea en Medellín, Colombia, su 50 aniversario, acosado por críticas de la sociedad civil que le reprochan dirigir su financiamiento en sentido inverso al desarrollo sustentable y a una efectiva superación de la pobreza.
"El cumpleaños número 50 puede convertirse en el primer borrador de una futura acta de defunción", dijo a IPS Héctor Moncayo, del colombiano Instituto de Estudios Legales Alternativos, una de las 42 organizaciones del Frente BID 50, que instala una "asamblea de los pueblos" en la misma ciudad, paralela al encuentro anual del Banco.
La 50 Asamblea Anual del BID y la 24 Reunión Anual de la Corporación Interamericana de Inversiones se celebrará entre este viernes 25 y el 31 de marzo.
El BID también encaja críticas por haber perdido hasta 1.900 millones de dólares en su ejercicio 2008, como resultado de inversiones en "activos tóxicos", títulos respaldados por hipotecas "subprimes" o "basura", una pesada losa sobre la pretensión del Banco de conseguir una reposición de capital en medio de una crisis global en pleno desarrollo.
Este punto dio lugar, en las semanas previas a la Asamblea, a un cruce de cartas entre el influyente senador estadounidense Richard Lugar, del opositor Partido Republicano y miembro del Comité de Relaciones Exteriores del Senado, y el colombiano Luis Alberto Moreno, presidente del BID.
Los socios del BID son 48 países, China es el más nuevo, 23 son donantes netos y el mayor de ellos es Estados Unidos. Ellos decidirán en la Asamblea de este fin de semana si respaldan con una reposición de capital los financiamientos que el Banco proyecta para la región a lo largo de 2009, estimados en 18.000 millones de dólares.
"Seguimos necesitando bancos de desarrollo que cuenten con recursos suficientes para atender los requerimientos regulares y en momentos de crisis", dijo a IPS el mexicano José Rivera, secretario permanente del Sistema Económico Latinoamericano (SELA).
El BID ha desembolsado entre 6.000 y 9.000 millones de dólares anuales en el último lustro, y la mayor parte del financiamiento --que llegó a 5.700 millones en 2007, último año con informe anual publicado-- ha buscado fortalecer la infraestructura y la competitividad latinoamericana y caribeña en materia de exportaciones.
El sector privado obtuvo 920 millones de dólares para 20 proyectos en 2006 y 2.300 millones para 29 proyectos en 2007.
El Banco se ufana de haber llevado a cabo operaciones que contribuyeron a reducir la pobreza, aumentar la equidad social o defender el ambiente, como los aportes a orquestas infantiles de Venezuela, al fortalecimiento de la atención de salud primaria en Argentina o al acceso a servicios básicos para indígenas en la cuenca del bajo río Urubamba, en Perú.
Pero el Frente BID 50 entregó a IPS un documento con críticas "al modelo de desarrollo promovido por el BID, que aumenta la desigualdad, da un trato privilegiado al sector empresarial privado y no ha tenido efecto alguno en la exclusión persistente de poblaciones, incluyendo a mujeres, indígenas y afrodescendientes".
"Considerando que el objetivo primordial desde la creación del BID (en 1959) ha sido acelerar el proceso de desarrollo sostenible, es válido preguntarse, ¿cómo después de 50 años de trabajo aún tenemos índices de pobreza, indigencia y desigualdad alarmantes?", cuestionó el argentino Diego Rodríguez, de la entidad Ciudadanía y Justicia Ambiental.
En la búsqueda de culpables "quizá no se puedan atribuir crisis y problemas a una sola causa o institución", comentó a IPS el argentino Alfredo Calcagno, economista de la Conferencia de las Naciones Unidas sobre Comercio y Desarrollo (Unctad).
"Ahí tenemos el factor de los países industrializados, que no han tratado los problemas económicos del resto del mundo en términos razonables y responsables, y han recomendado a otros Estados recetas que ellos no han cumplido", opinó Calcagno.
Moreno, como su predecesor, el uruguayo Enrique Iglesias, ha insistido en la reducción de la pobreza como uno de los objetivos constantes del BID.
En su rendición de cuentas de 2007, Moreno sostuvo que "la región está demostrando que el crecimiento económico sigue siendo indispensable para combatir la pobreza, que disminuyó de 36,5 por ciento en 2006 a 35,1 por ciento en 2007, y la extrema pobreza, que bajó de 13,4 a 12,7 por ciento" de la población latinoamericana y caribeña en el mismo lapso. En números absolutos, los pobres pasaron de 194 a 190 millones de personas entre 2006 y 2007, y los indigentes de 71 a 69 millones. "Son las tasas más bajas registradas desde los años 80, e implican un avance de 87 por ciento hacia la consecución del primero de los Objetivos de Desarrollo del Milenio", señaló el BID.
Ese objetivo consiste en reducir a la mitad, para 2015, la proporción de población en extrema pobreza que existía en 1990.
Otro cuestionamiento fue dirigido por Gabriel Strautman, de la no gubernamental Red Brasil sobre Instituciones Financieras Multilaterales, quien sostiene que los países socios del BID no deberían entregar más dinero a bancos "que han causado a lo largo de sus vidas impactos socio-ambientales irreversibles".
Otro motivo para cesar ese flujo de fondos es "la poca efectividad de los mecanismos de participación de la sociedad civil en la toma de decisiones y el no acatamiento a los derechos de los pueblos indígenas", señaló la politóloga María José Romero, del Instituto del Tercer Mundo, con sede en Uruguay.
Desde otro ángulo, el senador Lugar ha interrogado a Moreno y a la directiva del BID sobre la secuencia de decisiones que llevaron al Banco a perder unos 1.900 millones de dólares, el impacto de esas pérdidas en futuras operaciones, y las reformas que son precisas para asegurar que no se repitan.
Moreno respondió a Lugar que los activos que se perdieron estaban clasificados como Triple A (muy buenos) en el momento de su adquisición y sostuvo que "esas pérdidas en el portafolio de colocaciones no pondrán en riesgo la misión del BID de apoyar el desarrollo económico y social" de América Latina y el Caribe.
Según Moreno, antes de las auditorías las pérdidas causadas por los "activos tóxicos" adquiridos entre julio de 2007 y diciembre de 2008 pueden estimarse en 1.600 millones de dólares, pero las pérdidas efectivas son menos de 1.000 millones, pues parte de los activos objeto de las operaciones son recuperables.
En opinión de Calcagno, "pudo ocurrir en el BID que le fue difícil mantenerse ajeno al entorno general de euforia financiera (la burbuja de negociados que desató la actual crisis desde finales de 2008) y lo que debió hacer, si tenía recursos excedentarios, fue precisamente prestarlos a la región para proyectos de desarrollo".
Rivera llamó la atención sobre el surgimiento en la región de nuevas alternativas de financiamiento al desarrollo "que vemos con simpatía", como el Banco del ALBA (Alternativa Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América, que conforman Bolivia, Cuba, Dominica, Honduras, Nicaragua y Venezuela) y el Banco del Sur.
Este último es impulsado por Argentina, Brasil y Venezuela, que aportarán 2.000 millones de dólares cada uno para su creación, y Bolivia, Ecuador, Paraguay y Uruguay, que completarán los 10.000 millones de dólares previstos como capital inicial.
"El marco actual es el de una oportunidad histórica para plantear alternativas radicales, porque la crisis trae aparejado un derrumbe de la arquitectura financiera internacional de la que hacen parte institutos como el BID", dijo Moncayo. "Es el momento de nuevas e inéditas alianzas estratégicas", recalcó. (FIN/2009).
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Este artículo y todos los otros envíos de "other news" están disponibles en http://www.other-news.info/noticias/
miércoles, 29 de junio de 2011
La consulta previa a los Pueblos Indígenas, según Argenpress
ARGENPRESS
Resumen de noticias del 29/06/2011
Prensa argentina para todo el mundo
La consulta previa a los pueblos, prédica internacional que no se practica
Por: Jorge Zavaleta Alegre (especial para ARGENPRESS.info)
http://www.argenpress.info/2011/06/la-consulta-previa-el-mundo-predica.html
jorgez@telefonica.net.pe
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Dos años de Resistencia antigolpista en Honduras
Por: Dick Emanuelsson - Mirian Huezo Emanuelsson (especial para
ARGENPRESS.info)
http://www.argenpress.info/2011/06/dos-anos-de-resistencia-antigolpista-en.html
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Bolivia en busca del mar perdido
Por: Hernán Uribe (especial para ARGENPRESS.info)
http://www.argenpress.info/2011/06/bolivia-en-busca-del-mar-perdido.html
Halcones sobre Venezuela
Por: Octavio Quintero (especial para ARGENPRESS.info)
http://www.argenpress.info/2011/06/halcones-sobre-venezuela_29.html
--
Puebla, Veracruz, México: ¿Soportarán una base militar yanqui en su
territorio?
Por: Pedro Echeverría (especial para ARGENPRESS.info)
http://www.argenpress.info/2011/06/puebla-veracruz-mexico-soportaran-una.html
--
Triunfo de la comunidad qom: “Defender la tierra no tiene precio”
Por: LAVACA
http://www.argenpress.info/2011/06/triunfo-de-la-comunidad-qom-defender-la.html
--
Pochormiga
Por: Claudia Rafael (APE)
http://www.argenpress.info/2011/06/pochormiga.html
--
'Nos dicen estas bolivianas son animales''
Por: Cynthia Eisenberg (ARTEMISA)
http://www.argenpress.info/2011/06/nos-dicen-estas-bolivianas-son-animales.html
--
Argentina: Reclamo para que sea considerado delito de lesa humanidad
Por: Irina Santesteban (LA ARENA)
http://www.argenpress.info/2011/06/argentina-reclamo-para-que-sea.html
--
Argentina, Mendoza: Morir de frío en pleno centro, la funcionaria que
no atiende y la que sí, y los derechos humanos de hoy
Por: MDZOL
http://www.argenpress.info/2011/06/argentina-mendoza-morir-de-frio-en.html
--
Argentina, Santa Cruz. Polémica en Río Gallegos: Reabren un barrio
prostibulario donde fueron rescatadas varias chaqueñas
Por: CHACO DIA POR DIA
http://www.argenpress.info/2011/06/argentina-santa-cruz-polemica-en-rio.html
--
Las dos Salta: La turística y la de peor calidad de vida en el país,
sin inodoros y habitantes hacinados
Por: Marco Díaz Muñoz (COPENOA)
http://www.argenpress.info/2011/06/las-dos-salta-la-turistica-y-la-de-peor.html
--
Argentina, Santa Fe. Juicio a Díaz Bessone: Amnesia policial
Por: Juane Basso (REDACCION ROSARIO)
http://www.argenpress.info/2011/06/argentina-santa-fe-juicio-diaz-bessone_29.html
--
Libertad y democracia sindical: Se agudiza la hostilidad del
Ministerio de Trabajo contra nuevas organizaciones de la CTA
Por: ACTA
http://www.argenpress.info/2011/06/libertad-y-democracia-sindical-se_29.html
--
Refuerzan a la petrolera boliviana como empresa estratégica
Por: PL
http://www.argenpress.info/2011/06/refuerzan-la-petrolera-boliviana-como.html
--
Dictan las primeras condenas contra policías sublevados en Ecuador
Por: PL
http://www.argenpress.info/2011/06/dictan-las-primeras-condenas-contra.html
--
Guatemala: Subsidiarias de empresas canadienses intensifican sus
operaciones debido a la débil legislación sobre minería
Por: CERIGUA
http://www.argenpress.info/2011/06/guatemala-subsidiarias-de-empresas.html
--
Grecia: El Parlamento da luz verde al programa de austeridad
Por: PL
http://www.argenpress.info/2011/06/grecia-el-parlamento-da-luz-verde-al.html
--
Inicia India un censo sobre pobreza y castas
Por: PL
http://www.argenpress.info/2011/06/inicia-india-un-censo-sobre-pobreza-y.html
--
Afganistán: Mueren 21 personas en ataque suicida contra hotel en Kabul
Por: PL
http://www.argenpress.info/2011/06/afganistan-mueren-21-personas-en-ataque.html
--
Viet Nam: 50 aniversario de la catástrofe del Agente Naranja
Por: VNA
http://www.argenpress.info/2011/06/viet-nam-50-aniversario-de-la.html
--
La Unión Europea se consolida como segundo destino de las
exportaciones mexicanas
Por: XINHUA
http://www.argenpress.info/2011/06/la-union-europea-se-consolida-como.html
--
Panorama económico de Rusia
Por: RIA NOVOSTI - AGENCIAS
http://www.argenpress.info/2011/06/panorama-economico-de-rusia_29.html
--
Panorama económico de China
Por: XINHUA
http://www.argenpress.info/2011/06/panorama-economico-de-china_29.html
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Panorama económico de Viet Nam
Por: VNA
http://www.argenpress.info/2011/06/panorama-economico-de-viet-nam_29.html
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La consulta previa: El mundo predica pero Perú no practica
Por: Jorge Zavaleta Alegre (especial para ARGENPRESS.info)
http://www.argenpress.info/2011/06/la-consulta-previa-el-mundo-predica.html
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Venezuela: Morir por nada o vivir por algo
Por: Homar Garcés (especial para ARGENPRESS.info)
http://www.argenpress.info/2011/06/venezuela-morir-por-nada-o-vivir-por.html
--
Por caminos correctos
Por: Jorge Gómez Barata (especial para ARGENPRESS.info)
http://www.argenpress.info/2011/06/por-caminos-correctos.html
--
Barco científico hunde prestigio de Puerto Rico
Por: Jesús Dávila (NCM, especial para ARGENPRESS.info)
http://www.argenpress.info/2011/06/barco-cientifico-hunde-prestigio-de.html
--
Los peligros de Calderón
Por: Eduardo Ibarra Aguirre (FORUMENLINEA)
http://www.argenpress.info/2011/06/los-peligros-de-calderon.html
--
Los pueblos conquistan su libertad
Por: Antonio Peredo Leigue
http://www.argenpress.info/2011/06/los-pueblos-conquistan-su-libertad.html
--
Argentina: Lo que el volcán Puyehue nos dejo
Por: Isabel Cittadini (CONICET)
http://www.argenpress.info/2011/06/argentina-lo-que-el-volcan-puyehue-nos.html
--
Efemérides
Por: PL
http://www.argenpress.info/2011/06/efemerides_29.html
--
Libro virtual: "Crepúsculo de los Dioses en la Revolución China -
Libro Primero: En la Oscuridad nace la Luz"
Por: ARGENPRESS
http://www.argenpress.info/p/argenpress-libros-crepusculo-de-los.html
Libro virtual: "Al-Kaeda y el volcán del Oriente Medio - Geopolítica y
Geoestrategia en la cuna de la civilización occidental"
Por: ARGENPRESS
http://www.argenpress.info/p/argenpress-libros-al-kaeda-y-el-volcan.html
--
Libro virtual: "El narcotráfico: Un arma del imperio"
Por: ARGENPRESS
http://www.argenpress.info/2010/09/libros-virtuales.html
http://www.argenpress.info/
info@argenpress.info
Resumen de noticias del 29/06/2011
Prensa argentina para todo el mundo
La consulta previa a los pueblos, prédica internacional que no se practica
| OIT:incoherencia entre prédica y práctica |
http://www.argenpress.info/2011/06/la-consulta-previa-el-mundo-predica.html
jorgez@telefonica.net.pe
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Dos años de Resistencia antigolpista en Honduras
Por: Dick Emanuelsson - Mirian Huezo Emanuelsson (especial para
ARGENPRESS.info)
http://www.argenpress.info/2011/06/dos-anos-de-resistencia-antigolpista-en.html
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Bolivia en busca del mar perdido
Por: Hernán Uribe (especial para ARGENPRESS.info)
http://www.argenpress.info/2011/06/bolivia-en-busca-del-mar-perdido.html
Halcones sobre Venezuela
Por: Octavio Quintero (especial para ARGENPRESS.info)
http://www.argenpress.info/2011/06/halcones-sobre-venezuela_29.html
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Puebla, Veracruz, México: ¿Soportarán una base militar yanqui en su
territorio?
Por: Pedro Echeverría (especial para ARGENPRESS.info)
http://www.argenpress.info/2011/06/puebla-veracruz-mexico-soportaran-una.html
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Triunfo de la comunidad qom: “Defender la tierra no tiene precio”
Por: LAVACA
http://www.argenpress.info/2011/06/triunfo-de-la-comunidad-qom-defender-la.html
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Pochormiga
Por: Claudia Rafael (APE)
http://www.argenpress.info/2011/06/pochormiga.html
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'Nos dicen estas bolivianas son animales''
Por: Cynthia Eisenberg (ARTEMISA)
http://www.argenpress.info/2011/06/nos-dicen-estas-bolivianas-son-animales.html
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Argentina: Reclamo para que sea considerado delito de lesa humanidad
Por: Irina Santesteban (LA ARENA)
http://www.argenpress.info/2011/06/argentina-reclamo-para-que-sea.html
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Argentina, Mendoza: Morir de frío en pleno centro, la funcionaria que
no atiende y la que sí, y los derechos humanos de hoy
Por: MDZOL
http://www.argenpress.info/2011/06/argentina-mendoza-morir-de-frio-en.html
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Argentina, Santa Cruz. Polémica en Río Gallegos: Reabren un barrio
prostibulario donde fueron rescatadas varias chaqueñas
Por: CHACO DIA POR DIA
http://www.argenpress.info/2011/06/argentina-santa-cruz-polemica-en-rio.html
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Las dos Salta: La turística y la de peor calidad de vida en el país,
sin inodoros y habitantes hacinados
Por: Marco Díaz Muñoz (COPENOA)
http://www.argenpress.info/2011/06/las-dos-salta-la-turistica-y-la-de-peor.html
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Argentina, Santa Fe. Juicio a Díaz Bessone: Amnesia policial
Por: Juane Basso (REDACCION ROSARIO)
http://www.argenpress.info/2011/06/argentina-santa-fe-juicio-diaz-bessone_29.html
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Libertad y democracia sindical: Se agudiza la hostilidad del
Ministerio de Trabajo contra nuevas organizaciones de la CTA
Por: ACTA
http://www.argenpress.info/2011/06/libertad-y-democracia-sindical-se_29.html
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Refuerzan a la petrolera boliviana como empresa estratégica
Por: PL
http://www.argenpress.info/2011/06/refuerzan-la-petrolera-boliviana-como.html
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Dictan las primeras condenas contra policías sublevados en Ecuador
Por: PL
http://www.argenpress.info/2011/06/dictan-las-primeras-condenas-contra.html
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Guatemala: Subsidiarias de empresas canadienses intensifican sus
operaciones debido a la débil legislación sobre minería
Por: CERIGUA
http://www.argenpress.info/2011/06/guatemala-subsidiarias-de-empresas.html
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Grecia: El Parlamento da luz verde al programa de austeridad
Por: PL
http://www.argenpress.info/2011/06/grecia-el-parlamento-da-luz-verde-al.html
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Inicia India un censo sobre pobreza y castas
Por: PL
http://www.argenpress.info/2011/06/inicia-india-un-censo-sobre-pobreza-y.html
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Afganistán: Mueren 21 personas en ataque suicida contra hotel en Kabul
Por: PL
http://www.argenpress.info/2011/06/afganistan-mueren-21-personas-en-ataque.html
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Viet Nam: 50 aniversario de la catástrofe del Agente Naranja
Por: VNA
http://www.argenpress.info/2011/06/viet-nam-50-aniversario-de-la.html
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La Unión Europea se consolida como segundo destino de las
exportaciones mexicanas
Por: XINHUA
http://www.argenpress.info/2011/06/la-union-europea-se-consolida-como.html
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Panorama económico de Rusia
Por: RIA NOVOSTI - AGENCIAS
http://www.argenpress.info/2011/06/panorama-economico-de-rusia_29.html
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Panorama económico de China
Por: XINHUA
http://www.argenpress.info/2011/06/panorama-economico-de-china_29.html
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Panorama económico de Viet Nam
Por: VNA
http://www.argenpress.info/2011/06/panorama-economico-de-viet-nam_29.html
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La consulta previa: El mundo predica pero Perú no practica
Por: Jorge Zavaleta Alegre (especial para ARGENPRESS.info)
http://www.argenpress.info/2011/06/la-consulta-previa-el-mundo-predica.html
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Venezuela: Morir por nada o vivir por algo
Por: Homar Garcés (especial para ARGENPRESS.info)
http://www.argenpress.info/2011/06/venezuela-morir-por-nada-o-vivir-por.html
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Por caminos correctos
Por: Jorge Gómez Barata (especial para ARGENPRESS.info)
http://www.argenpress.info/2011/06/por-caminos-correctos.html
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Barco científico hunde prestigio de Puerto Rico
Por: Jesús Dávila (NCM, especial para ARGENPRESS.info)
http://www.argenpress.info/2011/06/barco-cientifico-hunde-prestigio-de.html
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Los peligros de Calderón
Por: Eduardo Ibarra Aguirre (FORUMENLINEA)
http://www.argenpress.info/2011/06/los-peligros-de-calderon.html
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Los pueblos conquistan su libertad
Por: Antonio Peredo Leigue
http://www.argenpress.info/2011/06/los-pueblos-conquistan-su-libertad.html
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Argentina: Lo que el volcán Puyehue nos dejo
Por: Isabel Cittadini (CONICET)
http://www.argenpress.info/2011/06/argentina-lo-que-el-volcan-puyehue-nos.html
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Efemérides
Por: PL
http://www.argenpress.info/2011/06/efemerides_29.html
--
Libro virtual: "Crepúsculo de los Dioses en la Revolución China -
Libro Primero: En la Oscuridad nace la Luz"
Por: ARGENPRESS
http://www.argenpress.info/p/argenpress-libros-crepusculo-de-los.html
Libro virtual: "Al-Kaeda y el volcán del Oriente Medio - Geopolítica y
Geoestrategia en la cuna de la civilización occidental"
Por: ARGENPRESS
http://www.argenpress.info/p/argenpress-libros-al-kaeda-y-el-volcan.html
--
Libro virtual: "El narcotráfico: Un arma del imperio"
Por: ARGENPRESS
http://www.argenpress.info/2010/09/libros-virtuales.html
http://www.argenpress.info/
info@argenpress.info
La mujer de Bolivia en la Biblioteca Mundial de la Unesco
Chola Woman, Full-Length Portrait, Standing, ... - World Digital Library
Título: Mujer chola, retrato de cuerpo entero, de pie, mirando hacia la derecha, La Paz, Bolivia
Descripción
Esta fotografía de una mujer boliviana es de la colección de Frank y Frances Carpenter en la Biblioteca del Congreso. Frank G. Carpenter (1855-1924) fue un escritor norteamericano de libros sobre viajes y geografía del mundo, cuyas obras contribuyeron a popularizar la antropología cultural y la geografía en los Estados Unidos en los primeros años del siglo 20. Que consiste en fotografías tomadas y recogida por Carpenter y su hija Frances (1890-1972) para ilustrar sus escritos, la colección incluye un estimado de 16.800 fotografías y 7.000 negativos de vidrio y película. Max T. Vargas, un fotógrafo y editor peruano señaló postal que trabajó en La Paz, Bolivia, en la primera parte del siglo 20, tomó la fotografía.
Título: Mujer chola, retrato de cuerpo entero, de pie, mirando hacia la derecha, La Paz, Bolivia
Descripción
Esta fotografía de una mujer boliviana es de la colección de Frank y Frances Carpenter en la Biblioteca del Congreso. Frank G. Carpenter (1855-1924) fue un escritor norteamericano de libros sobre viajes y geografía del mundo, cuyas obras contribuyeron a popularizar la antropología cultural y la geografía en los Estados Unidos en los primeros años del siglo 20. Que consiste en fotografías tomadas y recogida por Carpenter y su hija Frances (1890-1972) para ilustrar sus escritos, la colección incluye un estimado de 16.800 fotografías y 7.000 negativos de vidrio y película. Max T. Vargas, un fotógrafo y editor peruano señaló postal que trabajó en La Paz, Bolivia, en la primera parte del siglo 20, tomó la fotografía.
martes, 28 de junio de 2011
CONSULTA PREVIA: MUNDO PREDICA PERO NO PRACTICA
Jorge Zavaleta Alegre .-
En los andes se vive una tensa calma después de un mes violento. La diplomacia predica la necesidad de la consulta previa a los pueblos nativos. Pero en la práctica sus decisiones, al menos en el Perú son aún una quimera. Veamos qué sucede:
La consulta previa es un proceso de diálogo intercultural que inicia el Estado con los Pueblos Indígenas, para darles a conocer a dichos pueblos las medidas legislativas, administrativas o autorizaciones de extracción de recursos naturales ubicados en sus territorios, con el objeto de lograr su consentimiento libre, previo e informado o llegar a un acuerdo con ellos. Asimismo, garantiza su derecho de participación y opinión.
La ONU declaró el 13 de setiembre del 2007 que más de 370 millones de indígenas del planeta cuentan con un instrumento importante en el reconocimiento, la promoción y protección de sus derechos y libertades fundamentales. Esta declaración se suma a otros instrumentos como el Convenio N° 169 sobre Pueblos Indígenas y Tribales en Países Independientes de la controvertida Organización Internacional del Trabajo-OIT, que en la práctica los representantes de cada país, caso Perú, representan a las patronales más grandes y conservadores y no a las grandes masas de obreros.
Estos y otros documentos del sistema de las NNUU, tan ponderados por el orden internacional carecen de vigencia en los países que los suscriben. No hay instituciones ni legisladores probos, ni grandes movilizaciones populares que puedan romper este círculo vicioso y mafioso. El convenio con la OIT, ratificado por el Perú en diciembre de 1993 y vigente desde principios de 1995, dos años después fue echado por los suelos.
La llamada Ley de Tierras (D.L 26505) impulsó el comercio libre de tierras, empezando por las comunidades campesinas de la costa de Piura y luego se extendió a la selva, no obstante la insistencia de la Corte Interamericana de Derechos Humanos que instaba al Estado Peruano a cumplir con los compromisos asumidos, explica Alberto Chirif, antropólogo con más de 40 años de experiencia en temas de derechos colectivos de los pueblos indígenas y autor de varios libros.
En el Perú, durante cinco años los legisladores de avanzada han trabajado para buscar soluciones concretas desde una perspectiva intercultural. Pero el país entero constata que la intención de encontrar un Pacto Social entre los pueblos indígenas y el Estado, es una causa que va fermentando.
PUNO, BAGUA Y OTROS ESCENARIOS
En la Región Altiplánica, en junio del 2011 han muerto ocho pobladores, asesinados por las balas de la represión. La protesta popular contra el abandono secular y la exclusión de los beneficios del Estado, desbordó, después de un mes de insistente reclamo pacífico, en una violenta destrucción de instalaciones públicas, incluyendo parte del aeropuerto internacional. Las recientes protestas han sido lideradas por las naciones aymara y quechua, dos de las 44 familias etnolingüísticas del Perú de tiempos inmemoriales.
El gobierno del Apra (2006-2011), en su último mes en el poder, prefirió desatender las demandas de los andes del sur. En Azángaro, se exige la descontaminación de la cuenca del Ramis, uno de los ríos que transporta al lago Titicaca los relaves de una poderosa minería informal, donde reina el tráfico de niños, la delincuencia común, el contrabando por la frontera de Bolivia y Chile, las plantaciones de coca, tráfico de drogas y de madera. Y en la ciudad de Puno, se rechaza a un proyecto minero canadiense, que no ha contado con la consulta previa, demanda presente en la mente y la acción de los pueblos indígenas, como lo expresa el aymara Wálter Aduviri.
Similar violencia desataron hace dos años los proyectos de inversión petrolera, sin consulta previa, en la región amazónica de Bagua, con la muerte de 34 personas. El viernes 5 de junio del 2009 es una fecha de triste recordación en el país, en sus relaciones con las comunidades amazónicas. El enfrentamiento fue entre policías y más de tres mil indígenas de las etnias awajún y wampis; además de campesinos, ronderos y excombatientes del Cenepa durante el conflicto con Ecuador que habían tomado la carretera marginal. El líder indígena Alberto Pizango, se asiló en la embajada de Nicaragua como perseguido político.
DEROGACION SIN PRECEDENTES
Para Puno, el gobierno ha tenido que expedir una corrección sin precedentes. Alegando, razones de Estado, el aprismo logró que el pleno del Congreso aprobara la derogación de los controvertidos decretos legislativos 1090 y 1064, con la oposición de las bancadas del fujimorismo y del empresariado.
No obstante estos antecedentes, las comisiones parlamentarias de Pueblos Indígenas y de Educación no han podido elevar sus propuestas a la categoría de Ley, debido a la presión del Ejecutivo, que bajo la “filosofía” del Perro del Hortelano, esgrimida por el Presidente Alan García, es un primitivismo inaceptable que los pueblos se opongan a la inversión extranjera. Aprobar la propuesta de la Consulta Previa por este Congreso, hubiera significado la penalización de todos los ministros y funcionarios, incluyendo al Presidente de la República, por las muertes de Bagua y Puno.
CRISIS DE LA OIT
La sacralizada ONU señala que los pueblos indígenas son iguales a todos los demás pueblos y tienen el derecho a ser reconocidos como diferentes y ser respetados como tales.
La comisiones multipartidarias encargadas de estudiar y recomendar la solución a la problemática indígena y la educación pluricultural - presididas por las paralementarias Gloria Ramos e Hilaria Supa Huamán – han trabajado durante cinco años y ahora emiten sendas conclusiones, empezando por recodar que: “El Perú es un país pluriétnico, pluricultural y multilingüe, donde conviven varios Pueblos Indígenas u Originarios, conjuntamente con las demás personas que componen la sociedad nacional”.
El informe parlamentario de Consulta Previa rescata los logros de la educación en los pueblos amazónicos de Yachaquis o Amautas tecnológicos, y de países como Colombia y Bolivia, considerando imprescindible la cobertura de la educación bilingüe a todas las comunidades nativas y andinas en todos los niveles: inicial, primario, secundario y superior.
Desde 1980 se produjo la legalización de organizaciones indígenas ya existentes como también la creación de nuevas. Así surge la Asociación Interétnica de Desarrollo de la Selva Peruana –AIDESEP y la Confederación de Nacionalidades Amazónicas del Perú – CONAP, organizaciones que han logrado elegir al primer parlamentario (2011-2016) que luchará por sus derechos.
El congresista electo de Gana Perú, Eduardo Nayap Kinin, de la comunidad Awajún, considera que la aprobación de la Ley de Consulta Previa contribuirá a que las concesiones y la búsqueda de las riquezas naturales en la Amazonía se desarrollen de una manera justa, transparente y respetando los derechos de las comunidades indígenas.
Según la Ong. Derecho, Ambiente y Recursos Naturales, se necesita un tigre para evitar malos negocios del Perú y señala una “lista de escandalosos y perjudiciales contratos firmados por el gobierno peruano: La Brea y Pariñas, el contra Doe Run y el contrato Camisea, entre otros”.
Advierte que el acuerdo energético Perú Brasil no cuenta al menos con una planificación energética nacional que asegure recursos energéticos a largo plazo. Tal acuerdo, de junio del 2010, podrá ser denunciado recién por cualquier de las partes después de 15 años.
En el caso de la Brea y Pariñas, recuerda que nunca se supo cuánto dinero debía pagar una empresa norteamericana por el petróleo que se extraía de estos pozos. En el caso de Doe Run, no ha cumplido con varias de sus obligaciones, debiéndole al Perú varias centenas millones, sin embargo ha entablado una demanda el Estado por una suma millonaria. Y el contrato de Camisea, afecta en el precio de gas para las regiones y al Estado con menos canon y menor recaudación por la exportación.
Este tenso clima político vive el Perú, cuando faltan pocas semanas para que el Ollanta Humala asuma al poder hasta el 2016, y el país espera que su programa social, de preferencia en el sector rural, pueda ser cumplido con el pago de mayores regalías de las mineras, un mayor control de la tributación, lucha implacable contra la corrupción pública, el narcotráfico y garantías jurídicas para la inversión formal.
CONCLUSIONES FINALES
El Informe Consulta Previa sobre Derechos Fundamentales de los Pueblos Indígenas e Instrumento de Gestión Estatal para el Fortalecimiento de la Democracia, es un documento de 300 páginas, elaborado durante cinco años por 13 parlamentarios y el asesoramiento de técnicos y ONGs especializadas. Una síntesis:
-La Constitución Política protege y reconoce, como derecho fundamental de las personas, la Identidad Étnica y Cultural.
-Los Pueblos Indígenas u Originarios, pre existen al Estado peruano como tal.
-El Convenio 169 de la OIT es una norma de rango constitucional, auto aplicativa y sus disposiciones son de obligatorio cumplimiento por el Poder Legislativo, Ejecutivo y Judicial, así como para todo el resto del aparato estatal, incluyendo gobiernos regionales y locales.
-La Consulta Previa, contenida en el Art. 6° del Convenio 169 es una obligación ineludible del Estado peruano y un derecho fundamental de los Pueblos Indígenas. La Falta de mecanismos que permitan la Consulta Previa no es causal de justificación, en tanto de que ésta proviene de su propia inactividad.
-La Consulta Previa no busca discriminar mayorías, sino construir y generar consensos entre el Estado y los Pueblos Indígenas.
-Recomienda la creación de una Comisión Multipartaria encargada de la Consulta Previa a los Pueblos Indígenas. Igualmente un instrumento procesal parlamentario y fortalecer la capacidad de los congresistas, asesores y técnicos parlamentarios.
-Solicitan al Poder Ejecutivo, que implemente políticas y mecanismos de Diálogo Intercultural oportuno entre el Estado y los Pueblos Indígenas. Igual recomendación plantean a las alcaldías y consejos regionales y municipales
| Informe Consulta Previa a Pueblos Indígenas |
La consulta previa es un proceso de diálogo intercultural que inicia el Estado con los Pueblos Indígenas, para darles a conocer a dichos pueblos las medidas legislativas, administrativas o autorizaciones de extracción de recursos naturales ubicados en sus territorios, con el objeto de lograr su consentimiento libre, previo e informado o llegar a un acuerdo con ellos. Asimismo, garantiza su derecho de participación y opinión.
La ONU declaró el 13 de setiembre del 2007 que más de 370 millones de indígenas del planeta cuentan con un instrumento importante en el reconocimiento, la promoción y protección de sus derechos y libertades fundamentales. Esta declaración se suma a otros instrumentos como el Convenio N° 169 sobre Pueblos Indígenas y Tribales en Países Independientes de la controvertida Organización Internacional del Trabajo-OIT, que en la práctica los representantes de cada país, caso Perú, representan a las patronales más grandes y conservadores y no a las grandes masas de obreros.
Estos y otros documentos del sistema de las NNUU, tan ponderados por el orden internacional carecen de vigencia en los países que los suscriben. No hay instituciones ni legisladores probos, ni grandes movilizaciones populares que puedan romper este círculo vicioso y mafioso. El convenio con la OIT, ratificado por el Perú en diciembre de 1993 y vigente desde principios de 1995, dos años después fue echado por los suelos.
La llamada Ley de Tierras (D.L 26505) impulsó el comercio libre de tierras, empezando por las comunidades campesinas de la costa de Piura y luego se extendió a la selva, no obstante la insistencia de la Corte Interamericana de Derechos Humanos que instaba al Estado Peruano a cumplir con los compromisos asumidos, explica Alberto Chirif, antropólogo con más de 40 años de experiencia en temas de derechos colectivos de los pueblos indígenas y autor de varios libros.
En el Perú, durante cinco años los legisladores de avanzada han trabajado para buscar soluciones concretas desde una perspectiva intercultural. Pero el país entero constata que la intención de encontrar un Pacto Social entre los pueblos indígenas y el Estado, es una causa que va fermentando.
PUNO, BAGUA Y OTROS ESCENARIOS
| Aymaras y Quechuas por el desarrollo sin exclusiones |
El gobierno del Apra (2006-2011), en su último mes en el poder, prefirió desatender las demandas de los andes del sur. En Azángaro, se exige la descontaminación de la cuenca del Ramis, uno de los ríos que transporta al lago Titicaca los relaves de una poderosa minería informal, donde reina el tráfico de niños, la delincuencia común, el contrabando por la frontera de Bolivia y Chile, las plantaciones de coca, tráfico de drogas y de madera. Y en la ciudad de Puno, se rechaza a un proyecto minero canadiense, que no ha contado con la consulta previa, demanda presente en la mente y la acción de los pueblos indígenas, como lo expresa el aymara Wálter Aduviri.
Similar violencia desataron hace dos años los proyectos de inversión petrolera, sin consulta previa, en la región amazónica de Bagua, con la muerte de 34 personas. El viernes 5 de junio del 2009 es una fecha de triste recordación en el país, en sus relaciones con las comunidades amazónicas. El enfrentamiento fue entre policías y más de tres mil indígenas de las etnias awajún y wampis; además de campesinos, ronderos y excombatientes del Cenepa durante el conflicto con Ecuador que habían tomado la carretera marginal. El líder indígena Alberto Pizango, se asiló en la embajada de Nicaragua como perseguido político.
DEROGACION SIN PRECEDENTES
Para Puno, el gobierno ha tenido que expedir una corrección sin precedentes. Alegando, razones de Estado, el aprismo logró que el pleno del Congreso aprobara la derogación de los controvertidos decretos legislativos 1090 y 1064, con la oposición de las bancadas del fujimorismo y del empresariado.
No obstante estos antecedentes, las comisiones parlamentarias de Pueblos Indígenas y de Educación no han podido elevar sus propuestas a la categoría de Ley, debido a la presión del Ejecutivo, que bajo la “filosofía” del Perro del Hortelano, esgrimida por el Presidente Alan García, es un primitivismo inaceptable que los pueblos se opongan a la inversión extranjera. Aprobar la propuesta de la Consulta Previa por este Congreso, hubiera significado la penalización de todos los ministros y funcionarios, incluyendo al Presidente de la República, por las muertes de Bagua y Puno.
CRISIS DE LA OIT
| Abogados de grandes empresas privadas representan a los países en la OIT. Ver caso Perú 2007-2010 |
La comisiones multipartidarias encargadas de estudiar y recomendar la solución a la problemática indígena y la educación pluricultural - presididas por las paralementarias Gloria Ramos e Hilaria Supa Huamán – han trabajado durante cinco años y ahora emiten sendas conclusiones, empezando por recodar que: “El Perú es un país pluriétnico, pluricultural y multilingüe, donde conviven varios Pueblos Indígenas u Originarios, conjuntamente con las demás personas que componen la sociedad nacional”.
El informe parlamentario de Consulta Previa rescata los logros de la educación en los pueblos amazónicos de Yachaquis o Amautas tecnológicos, y de países como Colombia y Bolivia, considerando imprescindible la cobertura de la educación bilingüe a todas las comunidades nativas y andinas en todos los niveles: inicial, primario, secundario y superior.
Desde 1980 se produjo la legalización de organizaciones indígenas ya existentes como también la creación de nuevas. Así surge la Asociación Interétnica de Desarrollo de la Selva Peruana –AIDESEP y la Confederación de Nacionalidades Amazónicas del Perú – CONAP, organizaciones que han logrado elegir al primer parlamentario (2011-2016) que luchará por sus derechos.
El congresista electo de Gana Perú, Eduardo Nayap Kinin, de la comunidad Awajún, considera que la aprobación de la Ley de Consulta Previa contribuirá a que las concesiones y la búsqueda de las riquezas naturales en la Amazonía se desarrollen de una manera justa, transparente y respetando los derechos de las comunidades indígenas.
Según la Ong. Derecho, Ambiente y Recursos Naturales, se necesita un tigre para evitar malos negocios del Perú y señala una “lista de escandalosos y perjudiciales contratos firmados por el gobierno peruano: La Brea y Pariñas, el contra Doe Run y el contrato Camisea, entre otros”.
Advierte que el acuerdo energético Perú Brasil no cuenta al menos con una planificación energética nacional que asegure recursos energéticos a largo plazo. Tal acuerdo, de junio del 2010, podrá ser denunciado recién por cualquier de las partes después de 15 años.
En el caso de la Brea y Pariñas, recuerda que nunca se supo cuánto dinero debía pagar una empresa norteamericana por el petróleo que se extraía de estos pozos. En el caso de Doe Run, no ha cumplido con varias de sus obligaciones, debiéndole al Perú varias centenas millones, sin embargo ha entablado una demanda el Estado por una suma millonaria. Y el contrato de Camisea, afecta en el precio de gas para las regiones y al Estado con menos canon y menor recaudación por la exportación.
Este tenso clima político vive el Perú, cuando faltan pocas semanas para que el Ollanta Humala asuma al poder hasta el 2016, y el país espera que su programa social, de preferencia en el sector rural, pueda ser cumplido con el pago de mayores regalías de las mineras, un mayor control de la tributación, lucha implacable contra la corrupción pública, el narcotráfico y garantías jurídicas para la inversión formal.
CONCLUSIONES FINALES
El Informe Consulta Previa sobre Derechos Fundamentales de los Pueblos Indígenas e Instrumento de Gestión Estatal para el Fortalecimiento de la Democracia, es un documento de 300 páginas, elaborado durante cinco años por 13 parlamentarios y el asesoramiento de técnicos y ONGs especializadas. Una síntesis:
-La Constitución Política protege y reconoce, como derecho fundamental de las personas, la Identidad Étnica y Cultural.
-Los Pueblos Indígenas u Originarios, pre existen al Estado peruano como tal.
-El Convenio 169 de la OIT es una norma de rango constitucional, auto aplicativa y sus disposiciones son de obligatorio cumplimiento por el Poder Legislativo, Ejecutivo y Judicial, así como para todo el resto del aparato estatal, incluyendo gobiernos regionales y locales.
-La Consulta Previa, contenida en el Art. 6° del Convenio 169 es una obligación ineludible del Estado peruano y un derecho fundamental de los Pueblos Indígenas. La Falta de mecanismos que permitan la Consulta Previa no es causal de justificación, en tanto de que ésta proviene de su propia inactividad.
-La Consulta Previa no busca discriminar mayorías, sino construir y generar consensos entre el Estado y los Pueblos Indígenas.
-Recomienda la creación de una Comisión Multipartaria encargada de la Consulta Previa a los Pueblos Indígenas. Igualmente un instrumento procesal parlamentario y fortalecer la capacidad de los congresistas, asesores y técnicos parlamentarios.
-Solicitan al Poder Ejecutivo, que implemente políticas y mecanismos de Diálogo Intercultural oportuno entre el Estado y los Pueblos Indígenas. Igual recomendación plantean a las alcaldías y consejos regionales y municipales
lunes, 27 de junio de 2011
VISITE LOS MODULOS DE JUSTICIA QUE BID FINANCIO AL FUJIMORISMO
http://www.elperuano.pe/Edicion/opinion.aspx
Lunes, 27 de junio de 2011
Jorge Zavaleta Alegre Periodista
Si revisamos el endeudamiento público de América Latina con la banca multilateral podemos constatar que el apoyo a la ciencia de la computación no aparece entre las prioridades. No obstante la costosa prédica a favor de mejores sistemas de gestión se prefirió destinar cuantiosos fondos para infraestructura de carreteras y módulos físicos para descentralizar la justicia, pero se omitieron soluciones de fondo. Por curiosidad visite un módulo de justicia y constatará que en cada placa de inaguración los protagonistas están muertos, presos o fugitivos.
La constatación más elocuente está marcada en el Perú por la prolongada postergación en la creación de escuelas profesionales de Ciencia de la Computación. Con un retraso de tres décadas, recién hace un año han surgido, casi en forma paralela, la Escuela en la Universidad Nacional San Agustín de Arequipa y en la Universidad Nacional de Ingeniería, como una quinta Escuela de Posgrado de la Facultad de Ciencias.
En Arequipa, la EPCC pondrá énfasis en el desarrollo de software; y en Lima para fortalecer las escuelas de Física, Matemática, Química e Ingeniería Física de la centenaria universidad fundada por el primer gobierno civilista del país.
El doctor Javier Solano Salinas, director de la EPCC de la UNI, con solemne optimismo, informa que esta escuela abrió sus puertas con presupuesto cero. Los escasos recursos provienen de la cesión de una parte de la partida asignada a la Escuela de Matemática, que ha facilitado la asignación de dos profesores y diez alumnos, más fondos de contratos docentes no efectuados y la donación de un laboratorio por una empresa minera mexicana.
Ambas escuelas, de acuerdo con sus proyecciones, van a necesitar de apoyo sostenido en los siguientes ciclos, a partir de 2012. La reestructuración del currículo, que involucra cursos de computación a otras facultades, implica un reto.
En la actualidad, la relación de la Facultad de Ciencias con la industria es muy escasa, a diferencia de la Facultad de Ingeniería de Sistemas y otras ingenierías. En un futuro próximo los alumnos podrían ser parte de grupos de trabajo en proyectos con raíces en el Perú o en el extranjero.
También tendrían capacidad para producir patentes, acreditar la carrera internacionalmente. Esta dinámica facilitará la interacción constante con la industria y diferentes instituciones del gobierno, actividades que se traducirán en ingresos para las escuelas y las universidades.
Sería una desilusión para la escuela profesional que los alumnos se contenten con la función tan simple que cumplen las academias e institutos de computación que solo operan programas; en tanto una escuela profesional busca soluciones, crea nuevos programas y modernos sistemas operativos, hace cosas originales, ataca problemas inéditos. De la ciencia derivan tecnologías que apoyan a muchos progresos de la computación.
La formación de profesionales altamente capacitados en este campo podrá contribuir en la docencia universitaria, en investigación y en la solución e innovaciones computacionales en las instituciones y empresas. Los profesionales peruanos y latinoamericanos no tendrán necesidad de dejar el país y podrán desde aquí trabajar juntamente con los grandes consorcios o centros de investigación.
Lunes, 27 de junio de 2011
Jorge Zavaleta Alegre Periodista
Si revisamos el endeudamiento público de América Latina con la banca multilateral podemos constatar que el apoyo a la ciencia de la computación no aparece entre las prioridades. No obstante la costosa prédica a favor de mejores sistemas de gestión se prefirió destinar cuantiosos fondos para infraestructura de carreteras y módulos físicos para descentralizar la justicia, pero se omitieron soluciones de fondo. Por curiosidad visite un módulo de justicia y constatará que en cada placa de inaguración los protagonistas están muertos, presos o fugitivos.
La constatación más elocuente está marcada en el Perú por la prolongada postergación en la creación de escuelas profesionales de Ciencia de la Computación. Con un retraso de tres décadas, recién hace un año han surgido, casi en forma paralela, la Escuela en la Universidad Nacional San Agustín de Arequipa y en la Universidad Nacional de Ingeniería, como una quinta Escuela de Posgrado de la Facultad de Ciencias.
En Arequipa, la EPCC pondrá énfasis en el desarrollo de software; y en Lima para fortalecer las escuelas de Física, Matemática, Química e Ingeniería Física de la centenaria universidad fundada por el primer gobierno civilista del país.
El doctor Javier Solano Salinas, director de la EPCC de la UNI, con solemne optimismo, informa que esta escuela abrió sus puertas con presupuesto cero. Los escasos recursos provienen de la cesión de una parte de la partida asignada a la Escuela de Matemática, que ha facilitado la asignación de dos profesores y diez alumnos, más fondos de contratos docentes no efectuados y la donación de un laboratorio por una empresa minera mexicana.
Ambas escuelas, de acuerdo con sus proyecciones, van a necesitar de apoyo sostenido en los siguientes ciclos, a partir de 2012. La reestructuración del currículo, que involucra cursos de computación a otras facultades, implica un reto.
En la actualidad, la relación de la Facultad de Ciencias con la industria es muy escasa, a diferencia de la Facultad de Ingeniería de Sistemas y otras ingenierías. En un futuro próximo los alumnos podrían ser parte de grupos de trabajo en proyectos con raíces en el Perú o en el extranjero.
También tendrían capacidad para producir patentes, acreditar la carrera internacionalmente. Esta dinámica facilitará la interacción constante con la industria y diferentes instituciones del gobierno, actividades que se traducirán en ingresos para las escuelas y las universidades.
Sería una desilusión para la escuela profesional que los alumnos se contenten con la función tan simple que cumplen las academias e institutos de computación que solo operan programas; en tanto una escuela profesional busca soluciones, crea nuevos programas y modernos sistemas operativos, hace cosas originales, ataca problemas inéditos. De la ciencia derivan tecnologías que apoyan a muchos progresos de la computación.
La formación de profesionales altamente capacitados en este campo podrá contribuir en la docencia universitaria, en investigación y en la solución e innovaciones computacionales en las instituciones y empresas. Los profesionales peruanos y latinoamericanos no tendrán necesidad de dejar el país y podrán desde aquí trabajar juntamente con los grandes consorcios o centros de investigación.
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